Future presente no McAfee MPower 2018

Na última semana, aconteceu o McAfee MPower Cybersecurity Summit 2018 em Las Vegas, Nevada, Estados Unidos. Neste evento, especialistas em Segurança da Informação debatem estratégias e mostram as formas mais inovadoras para evitar ataques cibernéticos avançados.

Do dispositivo até a nuvem, e nas operações de segurança, as Soluções da McAfee são proativas e possuem flexibilidade de criar e otimizar a postura de segurança de sua empresa.

A Future esteve presente no evento representada pelo seu Chief Technology Officer, Airton Coelho.

Confira abaixo algumas fotos deste encontro:

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Europa já tem mais de 500 investigações GDPR abertas

Menos de cinco meses depois da entrada em vigor do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) na Europa, o conselho que supervisiona a aplicação da legislação tem mais de 500 investigações abertas. Foi o que revelou hoje a presidente do Conselho Europeu de Proteção de Dados, Andrea Jelinek, durante uma audiência sobre privacidade no congresso norte-americano.

“O conselho já está trabalhando em bastantes casos”, indicou a presidente, que esteve na audiência para falar da experiência europeia numa altura em que se discute a introdução de legislação semelhante nos Estados Unidos.

De acordo com a responsável, estão correndo 272 casos de identificação da autoridade primária de supervisão, 243 casos de assistência mútua (de acordo com o artigo 61º do GDPR), e 23 casos de monitorização de impacto. Em termos de queixas dos consumidores, que dispararam nos últimos meses, Jelinek disse que a maioria se refere a questões de “consentimento.” Os dados são referentes ao período entre 25 de maio e 1 de outubro.

O supervisor Giovanni Buttarelli tinha dito à Reuters no dia anterior que as primeiras multas serão aplicadas no final do ano e vão afetar empresas e administrações públicas. Hoje, no congresso americano, Andrea Jelinek revelou que o regulador irlandês, Data Protection Commission, “já está investigando” o novo caso de violação de dados pessoais da rede social Google+, que ficou conhecido esta semana. No entanto, as investigações que estão correndo contra Google, Facebook, WhatsApp e Instagram ainda não serão decididas, dado o estado preliminar dos processos.

“A maioria das empresas estava se preparando bem antes da entrada em vigor”, disse Jelinek aos congressistas norte-americanos. “Tiveram mais de dois anos. O dia 25 de maio não foi o fim da preparação, mas o princípio.”

Isto porque vários legisladores levantaram dúvidas quanto ao método da Comissão Europeia, que optou por um regulamento obrigatório em vez de uma diretiva. Mas Jelinek lembrou que já havia um enquadramento de proteção de dados desde os anos 90. “O GDPR não foi uma revolução, mas a evolução de uma lei que já existia”, sublinhou.

Luta entre Califórnia e governo federal

A audiência do Comitê para o Comércio, Ciência e Transportes foi dedicada a esgrimir argumentos entre duas fações opostas, depois de a Califórnia ter passado a legislação de proteção de dados mais rigorosa do país, CCPA (California Consumer Protection Act). A lei vai entrar em vigor no início de 2020 mas está sendo muito contestada pelas grandes empresas que serão afetadas, incluindo as gigantes de Silicon Valley. O apertar do cerco relativo à privacidade e consentimento dos consumidores só afetará empresas com receitas anuais a partir de 25 milhões de dólares, uma medida que foi desenhada para não liquidar startups e pequenas empresas.

O problema é que a Câmara de Comércio do congresso não quer esta lei e pretende aprovar uma legislação ao nível federal, que imponha as mesmas regras para todos os Estados – exatamente como foi feito na União Europeia com o GDPR. Os críticos de tal ideia defendem que uma lei federal será mais fraca que as medidas aprovadas pela CCPA e que o tipo de empresas sediadas em cada Estado difere muito. É na Califórnia que se encontram as grandes empresas que lidam com maiores volumes de dados sensíveis dos consumidores.

A audiência teve ainda o testemunho de Alastair Mactaggart, presidente da organização Californians for Consumer Privacy, Laura Moy, diretora executiva e professora adjunta de Direito no Georgetown Law Center on Privacy & Technology e Nuala O’Connor, presidente do Center for Democracy & Technology.

Na audiência foram referidos várias vezes os casos recentes de vazamento de dados do Facebook e Google como mais uma prova de que isto não pode continuar sendo deixado a critério das grandes empresas. Mas Nuala O’Connor lembrou um fato que obriga a pensar de forma mais abrangente neste tema. “A Cambridge Analytica era uma pequena startup”, referiu. “Não se pode desvalorizar o impacto até de pequenas empresas com acesso a conjuntos grandes e sensíveis de dados.”

Fonte: Dinheiro Vivo.

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5 descobertas sobre cibersegurança da WatchGuard

A WatchGuard Technologies, empresa de soluções de segurança, publicou o seu mais recente relatório de segurança – Internet Security Report. A inteligência de ameaças do primeiro trimestre de 2018 revelou que 98,8% das variantes de malware aparentemente comuns do Linux/Downloader foram, na verdade, projetadas para entregar um popular minerador de criptomoedas baseado em Linux.

Esse é apenas um dos diversos sinais que o malware malicioso de mineração de criptografia está se tornando uma das principais táticas entre os criminosos cibernéticos. O relatório completo detalha os mecanismos de distribuição para esses ataques, e explora outras ameaças predominantes de segurança que visam pequenos e médios negócios (SMBs) e empresas distribuídas.

As descobertas da empresa são baseadas em dados milhares de dispositivos Firebox UTM ativos em todo o mundo. Os principais tópicos do relatório incluem:

1. Mineradores de criptomoedas estão em alta

Vários mineradores de criptomoeda apareceram pela primeira vez na lista da WatchGuard das 25 principais variantes de malware. Os appliances Firebox têm uma regra chamada Linux/Downloader, que captura vários programas “dropper” e “downloader” de Linux que fazem o download e executam malware.

Geralmente, esses droppers baixam uma ampla variedade de malwares, mas no Q1 de 2018, 98.8% deles estavam tentando fazer o download do mesmo minerador de criptografia baseado em Linux. As evidências do segundo trimestre até agora indicam que o malware de mineração de criptografia permanecerá na lista dos 25 principais da WatchGuard e pode até chegar ao top 10 até o final do trimestre.

2. Trojan Ramnit retorna à Itália

A única amostra de malware na lista do Top 10 da WatchGuard que não apareceu em um relatório anterior foi o Ramnit, um trojan que surgiu pela primeira vez em 2010 e reapareceu brevemente em 2016. Quase todas (98,9%) as detecções do Ramnit pela WatchGuard vieram da Itália, indicando uma campanha de ataque direcionado.

Como as versões anteriores do Ramnit tinham como alvo credenciais bancárias, a WatchGuard aconselha os italianos a tomarem precauções extras com suas informações bancárias e permitir a autenticação multifator para quaisquer contas financeiras.

3. Pela primeira vez, APAC relata maior volume de malware

Em relatórios anteriores, a APAC ficou atrás da EMEA e da AMER no número de acessos de malware reportados por uma ampla margem. No Q1 de 2018, a APAC recebeu o maior número de malware em geral. A grande maioria desses ataques foram malwares baseados em Windows e 98% foram destinados à Índia e a Cingapura.

4. Quase metade de todo o malware escapa das soluções básicas de antivírus (AV)

​​ Os appliances UTM da WatchGuard bloqueiam o malware usando técnicas de detecção baseadas em assinaturas legadas e uma solução de detecção comportamental proativa e moderna – APT Blocker. Quando o APT Blocker captura uma variante de malware, isso significa que as assinaturas AV legadas deixaram ela escapar.

Esse malware de dia zero (termo usado para o malware que é capaz de evitar os AVs tradicionais baseados em assinatura) foi responsável por 46% de todo o malware no primeiro trimestre. Este nível de malware de dia zero sugere que os criminosos continuam a usar técnicas de ofuscação para superar os serviços de AVs tradicionais, enfatizando a importância das defesas baseadas em comportamento.

5. Mimikatz visa os Estados Unidos

O malware de roubo de credenciais, Mimikatz Windows, reapareceu na lista da WatchGuard dos 10 principais malware após vários trimestres de ausência. Dois terços da detecção desse malware ocorreu nos Estados Unidos e menos de 0,1% das detecções foram na APAC, possivelmente devido à complexidade dos caracteres de dois bytes em países como o Japão que usam uma linguagem baseada em símbolos para senhas.

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Fonte: IT Forum 365.

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