O que é Managed Security Services e como ele auxilia na segurança da informação da sua empresa? 

Você sabe o que é Managed Security Services (MSS) e como esse serviço pode ajudar na segurança da informação do seu negócio? O MSS é um termo técnico da área da Tecnologia da Informação e, por esse motivo, muitos gestores e profissionais do segmento de TI ainda não estão totalmente familiarizados com ele. 

Imagino que esteja interessado em saber um pouco mais sobre esse relevante tema. Pensando nisso, neste conteúdo explicaremos o que é o MSS, destacaremos sobre a importância dos serviços gerenciados de segurança e também abordaremos as principais vantagens de contratar um MSS. Confira! 

O que é o MSS?

 O Serviço Gerenciado de Segurança pode ser definido como o gerenciamento de ativos de Segurança da Informação, entregues através de centros de operação remotos. Com isso, uma empresa pode garantir uma proteção 24x7x365 sem a necessidade de contar com uma equipe própria. 

Na maioria das vezes, todo o processo de monitoramento é feito sem precisar fazer o deslocamento até a sede da empresa. Essa questão ocorre porque, com a utilização de ferramentas tecnológicas específicas, torna-se possível fazer as alterações necessárias através de comandos que são enviados de forma remota.  

Desse modo, podemos dizer que o MSS contribui para otimizar a produtividade de toda a equipe de TI e também para a redução de custos. Isso ocorre porque, os profissionais de Tecnologia da Informação só vão precisar se deslocar para a empresa apenas em momentos específicos.  

Qual a importância dos Serviços Gerenciados de Segurança?

O MSS contribui para melhorar a segurança da informação nas empresas. Por meio desse serviço torna-se possível garantir a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade das informações.  

Com isso, os gestores terão mais confiança nas informações presentes no sistema. Além disso, eles terão a tranquilidade para utilizar os dados quando for necessário nas tomadas de decisão da organização. 

Todas essas questões acontecem devido ao escopo abrangente de um MSS. Vale ressaltar que esse serviço conta com diversas atividades e entre os mais frequentes estão: 

  • implementação e monitoramento dos ativos de segurança; 
  • operação e suporte a estes ativos; 
  • adequação das configurações às melhores práticas de mercado 
  • análise de segurança dos sistemas e entrega dos relatórios; 
  • gestão de vulnerabilidades; 
  • gestão de incidentes; 
  • monitoração da marca; 
  • etc.  

 Diante de todo esse escopo, podemos dizer que a segurança da informação na sua empresa vai passar a ser algo prioritário. Com isso, torna-se possível livrar-se das ameaças e evitar maiores prejuízos. 

Quais as vantagens de contratar um MSS?

A contratação de um MSS proporciona diversas vantagens para as empresas. Diante desse cenário, a tendência é que esse serviço seja cada vez mais utilizado nas organizações. 

Entre os principais aspectos positivos proporcionados pelos Serviços Gerenciados de Segurança estão a diminuição dos custos com a segurança da informação, a otimização do tempo, a antecipação dos riscos, o ganho de flexibilidade e a produção de relatórios completos. 

Redução de custos com segurança da informação

O primeiro benefício proporcionado pelo MSS é a diminuição dos custos relacionados à segurança da informação, e isso ocorre por diferentes motivos. O primeiro deles é que se evitam prejuízos causados pela perda de informações nos sistemas.  

Outro aspecto positivo é que, ao contar com o MSS, a sua empresa vai contar com profissionais especializados. Eles sabem lidar com as diferentes ferramentas e soluções pertinentes à segurança no cotidiano empresarial.  

Vale ressaltar ainda que as empresas que têm os Serviços Gerenciados de Segurança não precisam se preocupar com a resolução de eventuais incidentes. Com isso, torna-se possível focar os esforços em outras questões prioritárias e que possam contribuir para o crescimento do seu negócio. 

Também é oportuno destacar que a terceirização de serviços vai ajudar o seu negócio a diminuir despesas com a contratação de profissionais, realização de treinamentos, suporte etc. Desse modo, a sua organização conseguirá aproveitar melhor os recursos financeiros disponíveis e será mais eficiente no mercado.  

Otimização de tempo

Outro aspecto positivo proporcionado pelo MSS é a otimização do tempo. Essa questão se relaciona com a terceirização de serviços que destacamos anteriormente. 

Ao contar com um Managed Security Services torna-se possível realizar mais tarefas em menos tempo, o que contribui para a otimização da produtividade. Além disso, a sua empresa terá mais tempo para se dedicar a outras atividades que possam contribuir para o crescimento do seu negócio.  

Antecipação dos riscos

Por meio do MSS, a sua empresa será capaz de antecipar os riscos existentes nos sistemas. Isso ocorre justamente pelo escopo de atuação deste serviço. A própria plataforma é capaz de analisar a segurança do sistema, fazer a gestão de ameaças e também realizar a administração dos sistemas de prevenção.  

Flexibilidade

A flexibilidade é um dos principais benefícios proporcionados pelo MSS. Essa questão ocorre porque os profissionais de TI não vão precisar se deslocar até a empresa, pois os comandos poderão ser executados de maneira remota. Para que isso aconteça, basta que eles estejam em um ambiente que possua conexão com a internet. 

Relatórios completos e atualizações constantes

O próprio Managed Security Services se encarrega de enviar relatórios completos de segurança dos sistemas da empresa e a plataforma também apresenta atualizações constantes.  

Desse modo, torna-se possível ter conhecimento sobre como estão os procedimentos de segurança nos sistemas informatizados do seu negócio. Além disso, você estará tranquilo, pois o MSS é constantemente atualizado, o que vai garantir mais segurança aos sistemas empresariais. 

Qual a relação entre o Managed Security Services e o SOC?

Enquanto o MSS é o serviço de operação das soluções de segurança, o SOC (Security Operations Center) é local onde este e outros serviços de segurança (como o Threat Inteligence, por exemplo) são prestados.  

O que é o SIC?

O SIC (Security Information Center) é uma evolução do SOC. Podemos dizer que um SOC é inteligente quando atua de forma preditiva, utilizando-se das ferramentas de Threat Intelligence. Ele faz a análise do ambiente externo (inclui, por exemplo, deep web, web, incidentes globais etc.) e aproveita essas informações com o objetivo de otimizar a proteção da empresa. 

Saiba mais sobre o Managed Security Services com a Future

Como é possível perceber, o Managed Security Services é um serviço fundamental para garantir a segurança da informação nas empresas. Além disso, a contratação de um MSS proporciona diversos benefícios pro seu negócio. 

Este post no qual destacamos o que é o Managed Security Services e como ele auxilia na segurança da informação da sua empresa foi útil? Entre já em contato com a gente. Estamos dispostos a te ajudar, a esclarecer as suas dúvidas sobre o assunto e também apresentar o sistema para você. Não perca essa grande oportunidade! 

7 dicas para garantir a segurança para trabalho remoto 

O trabalho remoto se consolidou de maneira definitiva com a pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), que acelerou a transformação digital e modificou o estilo das empresas gerenciarem a produtividade da equipe. Apesar das mudanças proporcionarem benefícios, é necessário ter uma atenção especial com a segurança para trabalho remoto. 

Afinal, os cibercriminosos estão adotando métodos mais arrojados e que buscam aproveitar, ao máximo, as vulnerabilidades dos funcionários e dos equipamentos adotados fora da sede de uma organização. Inegavelmente, é uma conjuntura que exige um grande esforço para aperfeiçoar os mecanismos de proteção de dados com agilidade e eficiência.  

Neste artigo, vamos abordar 7 iniciativas primordiais para qualquer instituição elevar o nível de segurança da informação ao investir no teletrabalho. Confira! 

A importância da segurança no trabalho remoto

Por mais que o trabalho remoto proporcione conforto, engajamento e produtividade, esse modelo de prestação de serviço necessita de um olhar atento com relação à proteção dos dispositivos, sistemas e arquivos corporativos. Se não houver um foco nesse sentido, será muito elevada a probabilidade de sofrer um ataque virtual de grandes proporções. 

Independentemente do formato de negócio, é fundamental que seja feito um investimento em soluções e em pessoas para haver mais segurança no trabalho remoto. Apenas oferecer o acesso para os colaboradores exercerem as atividades fora do escritório é um erro que deve ser evitado ao máximo. 

Afinal, é indispensável reforçar a proteção aos dados em virtude do aumento de ataques cibernéticos durante a pandemia.  De acordo com uma pesquisa, os ataques virtuais contra as companhias nacionais apresentaram um crescimento de 220% no primeiro semestre de 2021 em comparação com o mesmo período do ano anterior.  

Sem dúvida, é um número que causa bastante preocupação nos gestores de TI, porque é uma tendência que dificilmente será revertida, pois os cibercriminosos sabem que as chances de êxito são cada vez maiores.  

A segurança no trabalho remoto no cenário atual

Por questões de sobrevivência, muitas corporações foram obrigadas a optar pelo trabalho remoto. Um dos motivos era a necessidade de manter as atividades, reduzindo os riscos de contágio de seus colaboradores pelo novo Coronavírus. 

Mesmo com a vacinação possibilitando o retorno às atividades de forma gradual, muitas empresas optaram por manter os funcionários em ambientes diferentes da sede. A razão é que esse modelo de trabalho contribui para a redução de gastos (aluguel, energia, água etc.) e oferece mais conforto e mobilidade aos empregados, sem haver prejuízos para a qualidade dos serviços.  

Por outro lado, é crucial aperfeiçoar a segurança para trabalho remoto. Segundo pesquisa, houve uma expansão de mais de 100% na quantidade de ataques a dispositivos móveis no início da pandemia. 

É interessante estimular o uso de smartphone e tablets com foco em um melhor desempenho da equipe. Mas essa ação precisa estar acompanhada de medidas que minimizem vulnerabilidades e reduzam consideravelmente as possibilidades de um ataque cibernético

Práticas para garantir a segurança no trabalho remoto

Os gestores de TI sabem que é essencial priorizar a melhoria contínua nos mecanismos para evitar invasões. Pensando nisso, vamos apontar 4 procedimentos que colaboram para elevar o nível de proteção dos dados e aproveitar as vantagens proporcionadas pelo home office. Acompanhe! 

1. Conscientização dos usuários 

Os empregados são peça-chave na busca por mais segurança no trabalho remoto. Afinal, eles precisam adotar diversas ações para minimizar falhas que possam ser aproveitadas pelos cibercriminosos.  

Para isso ser viável, um bom caminho é promover campanhas de conscientização que apontem as melhores práticas e os prejuízos causados por um ataque virtual.  A educação corporativa é indispensável pois permite aos funcionários terem mais conhecimento, o que é muito importante para minimizar riscos de prejuízos aos serviços em virtude de ciberataques.   

2. Segurança para dispositivos pessoais

Muitas instituições estão optando pela política BYOD que consiste em incentivar o uso de equipamentos pessoais para realização de tarefas de cunho profissional. Contudo, isso deve ser feito com a adoção de procedimentos claros e eficientes que ajudem a garantir mais segurança para trabalho remoto. 

Sem dúvida, uma corporação tem ganhos ao proporcionar mais liberdade de atuação para os empregados, mas deve fazer isso com bom senso e seguindo as melhores práticas de proteção de dados. 

3. Acesso à rede

Em virtude de os funcionários estarem em um local diferente da sede institucional, é recomendado que haja bastante cautela no acesso à rede corporativa. Além de adotar uma senha forte, o empregado precisa seguir outros procedimentos para minimizar riscos, como evitar o uso de Wi-Fi em locais onde não há garantias de um alto nível de segurança e o uso de VPNs (Virtual Private Networks), estabelecendo uma conexão privada e segura entre o funcionário e a rede da organização. 

4. Autenticação multifator

Quanto mais cuidado uma empresa tem com a segurança da informação, maiores são as chances de aproveitar as vantagens do home office de forma plena. Isso, com certeza, é um ótimo motivo para apostar na autenticação multifator, que exige outros requisitos para acessar à rede corporativa, além dos tradicionais login e senha. Um exemplo disso é o envio de um código via SMS para ter acesso aos recursos de TI.  

Com boas soluções e procedimentos de segurança para trabalho remoto, é possível manter o ambiente bastante protegido contra os ataques cibernéticos. Não priorizar esse objetivo é uma falha que pode causar sérios danos financeiros e de imagem em curto prazo. 

Se está em busca de mecanismos de segurança eficientes, entre em contato conosco agora mesmo! Estamos à disposição para te ajudar a atingir uma performance notável! 

Proteção de meios de comunicação muito além do Next Generation

A proteção de meios de comunicação é fundamental para melhorar a segurança da informação. Por meio desta prática, torna-se possível evitar que pessoas não autorizadas tenham acesso aos dados presentes nos sistemas empresariais. 

No entanto, apesar da importância desse tema, muitas empresas ainda não conhecem detalhadamente as melhores formas de proteger os meios de comunicação. Com isso, elas perdem oportunidades de fazer melhoras referentes a segurança das informações presentes nos sistemas e dispositivos empresariais.  

Caso ainda não esteja totalmente familiarizado com esse tema, este conteúdo foi feito inteiramente para você. Neste post destacaremos sobre as principais vulnerabilidades existentes nos sistemas e também informaremos sobre as principais formas de proteger os meios de comunicação. Continue com a gente.  

Qual a importância da proteção dos meios de comunicação?

A proteção dos meios de comunicação tem como objetivo assegurar a segurança de todos os meios de tráfego de dados. Entre alguns locais onde ocorrem o tráfego de dados estão as redes Wi-Fi, a Internet, a rede cabeada, etc. 

Diante desse cenário, podemos dizer que a proteção dos meios de comunicação ajuda as empresas a estarem em um ambiente seguro e que pessoas não autorizadas não tenham acesso aos dados da organização. 

Com isso, os gestores terão mais tranquilidade e poderão contar com os dados presentes nos sistemas para tomadas de decisão mais assertivas.  

Quais são os meios de comunicação e suas principais vulnerabilidades?

Caso um meio de comunicação esteja com a segurança comprometida, um cibercriminoso pode se infiltrar em sistemas de uma companhia e ter acesso às suas informações, inclusive aquelas de caráter sigiloso. 

Desse modo, é fundamental contar com um ambiente protegido e um sistema seguro. Entre os principais meios de comunicação e as possíveis vulnerabilidades no ambiente virtual estão:  

  • Wi-Fi: os sistemas de Wi-Fi podem ser facilmente invadidos caso a senha de acesso seja bastante óbvia e os algoritmos de segurança não estejam atualizados. Em caso de invasão, os atacantes podem ter acesso aos dados presentes na rede. Além disso, há a possibilidade de o sistema ser infectado por vírus e outros tipos de malware (programas maliciosos); 
  • Redes OT/IoT: essas redes se caracterizam pelo fato de convergirem os sistemas de tecnologia operacional com adoção de ferramentas de Internet das Coisas. A convergência contribui para aumentar a eficiência, porém, o sistema pode ser alvo de mais vetores de ataque;  
  • Dados em nuvem: caso o sistema não esteja seguro, os cibercriminosos podem invadir o cloud computing e ter acesso a informações. Com isso, perde-se a confidencialidade dos dados presentes, entre outros riscos.  

O que é Next Generation Firewall?

Trata-se de um firewall que conta com recursos adicionais, tasi como IPS (ferramenta de proteção contra invasão), filtro Web, antispam, antimalware de rede, entre outros. Eles fazem a filtragem dos dados que circulam na rede com o objetivo de proteger as empresas contra ameaças externas e internas. 

Além disso, o Next Generation Firewall faz o monitoramento da rede, o mapeamento de IP, entre outras funções. Desse modo, torna-se possível identificar malwares e outros ataques maliciosos. 

Vale ressaltar ainda que a plataforma também fornece diversas atualizações, o que vai ajudar a sua empresa a manter a segurança da rede, mesmo se surgirem novas ameaças.  

Quais são as outras formas de proteger os meios de comunicação?

Além do Next Generation Firewall, existem outras formas eficazes que vão te ajudar a proteger os meios de comunicação. Algumas destas soluções são o WIPS, ZTNA, o CASB e o SASE. Destacaremos sobre esses aspectos na sequência do conteúdo.  

WIPS

O Wireless Intrusion Prevention System (WIPS) é uma ferramenta utilizada para detectar e bloquear diversos ataques ao espectro (rede wireless). Sem ele, um cibercriminoso pode facilmente clonar uma rede wi-fi, passando-se por um equipamento válido para roubar toda a informação trafegada, inclusive credenciais de acesso. 

ZTNA

O Zero Trust Network Access (ZTNA) é um termo originário da língua inglesa e, traduzindo para o nosso idioma, significa acesso à rede de confiança zero. Por meio dessa ferramenta, torna-se possível fazer a verificação de cada usuário e de cada dispositivo, antes que eles tenham acesso a rede corporativa ou a uma determinada ferramenta.  

CASB

O Cloud Acess Security Broker (CASB) também é conhecido como Corretor de Segurança de Acesso à Nuvem e essa ferramenta ajuda a otimizar a segurança da informação dos sistemas de cloud computing. Por meio do CASB, torna-se possível assegurar a confidencialidade dos dados presentes na nuvem. 

O CASB é um sistema hospedado na nuvem e ajuda as empresas a desenvolverem políticas de segurança destinadas para os aplicativos em cloud computing. O CASB, portanto, auxilia as empresas a utilizarem a segurança da infraestrutura local e da nuvem.  

SASE

O Secure Access Service Edge (SASE) faz referência a um sistema de segurança que possibilita que os usuários possam ter um acesso seguro aos sistemas de cloud computing a qualquer momento e de qualquer local. Com isso, torna-se possível otimizar a produtividade da sua organização.  

Como é possível perceber, existe uma ferramenta para assegurar a proteção de cada um dos diversos meios de comunicação. Assim, pensar que a aquisição de um Next Generation Firewall resolverá todas as suas vulnerabilidades referentes a este tema, normalmente é uma visão equivocada.

Desse modo, procuramos apresentar as melhores metodologias para que você esteja preparado com intuito de implementar as melhores práticas na sua empresa. Com isso, a companhia será capaz de otimizar a segurança da informação.  

Esse conteúdo em que abordamos as diferentes metodologias para garantir a proteção de meios de comunicação foi o útil para você? Entre já em contato com a gente. Estamos dispostos a ajudar o seu negócio a implementar as melhores políticas de segurança da informação. Não perca essa grande oportunidade. 

Por que garantir a proteção dos meios de comunicação? 

Manter os dados seguros é uma tarefa que exige planejamento, estratégia e foco em resultados. Também é necessário que haja mecanismos eficientes para proteger os meios de comunicação, porque eles podem ser a porta de entrada para cibercriminosos invadirem a rede corporativa. 

Quanto mais cuidado houver em reduzir riscos, menores são as possibilidades de sofrer um ataque virtual. E isso precisa estar na mente não apenas dos gestores, mas também de todos os funcionários. Afinal, as falhas humanas oferecem, em muitos casos, brechas para os criminosos digitais. 

Neste artigo, vamos abordar diversos pontos sobre como elevar o nível de segurança dos meios de comunicação ligados à TI. Confira! 

O que é a proteção dos meios de comunicação?

É muito importante que sejam adotadas boas práticas para proteger os dados corporativos de forma adequada. Essa conduta se torna ainda mais indispensável em virtude do nível de sofisticação adotado pelos ataques cibernéticos na atualidade. 

Tanto as empresas de grande porte quanto os negócios locais necessitam ter consciência de que o profissionalismo é peça-chave para aumentar o nível de proteção dos meios de comunicação. Por isso, é crucial investir corretamente em ferramentas eficientes de TI e na conscientização dos colaboradores para minimizar brechas. 

Com o objetivo de reforçar a prioridade em segurança, vamos detalhar resumidamente os meios de comunicação importantes para o bom uso da tecnologia nas corporações. Acompanhe! 

Wi-Fi

A internet, sem dúvida, é uma alternativa imprescindível para a troca de informações e a busca de mais conhecimento. Na conjuntura atual, é inimaginável uma empresa querer elevar o nível de competitividade, caso não invista em um meio que facilite a comunicação. 

Esse é um ponto que justifica apostar no uso de uma rede Wi-Fi, porque ajuda, por exemplo, a dar um maior dinamismo para os colaboradores, clientes e demais pessoas que estão na sede da empresa. Contudo, devem ser utilizados mecanismos (firewall, WIPS, monitoramento de rede, etc) para identificar e minimizar as chances de um ataque virtual.   

Redes OT/IoT

A transformação digital tem proporcionado uma série de oportunidades para o avanço tecnológico estar presente em diversos segmentos. Um bom exemplo são as Redes OT/IoT, caracterizadas por possibilitar que equipamentos estejam conectados à web, o que favorece a automação de processos e o aumento da produtividade, principalmente, na indústria. 

Por outro lado, estando conectados à internet, tornam-se possíveis vetores de invasões e ataques e faz-se necessário instaurar proteções para estes dispositivos, pois um ataque cibernético pode causar danos consideráveis. Dependendo do nível de automatização, uma empresa pode ficar paralisada por horas e até dias em virtude de um ransomware.  

Acesso remoto

Com o home office se tornando uma alternativa interessante para reduzir custos e engajar a equipe, as companhias têm adotado a Rede Virtual Privada (VPN) para garantir aos funcionários o acesso remoto ao ambiente corporativo (sistemas, pastas, arquivos etc.). 

A intenção é gerar um alto nível de eficiência e agilidade na resolução de tarefas. Contudo, o fato de os funcionários trabalharem fora do escritório tem sido bastante explorado pelos cibercriminosos para tentar invadir redes corporativas. Esse aspecto mostra a necessidade de adotar táticas para aperfeiçoar os métodos de proteger os meios de comunicação.  

Dados em nuvem

A cloud computing deixou de ser uma tendência e se consolidou como uma ferramenta primordial para as organizações atingirem resultados mais expressivos com o avanço tecnológico. Por isso, há um esforço em inserir e manter os dados na nuvem com um elevado grau de segurança da informação.  

Afinal, essa prática permite uma maior mobilidade da equipe, a escalabilidade da infraestrutura de TI e menos gastos com ativos de Tecnologia da Informação. Porém, é essencial que haja um grande cuidado na proteção dos meios de comunicação, para que o emprego da cloud seja aproveitado ao máximo.  

A importância da proteção dos meios de comunicação

Além de aumentar o nível de disponibilidade dos serviços digitais, investir em segurança da informação proporciona mais oportunidades de aumentar as vendas e, consequentemente, a presença no mercado. Sem dúvida, isso cria um cenário para o fortalecimento da marca e um maior engajamento dos stakeholders

Com um cuidado adequado, uma empresa tem menos riscos de sofrer ataques virtuais que podem paralisar as atividades por um longo período. Além dos danos financeiros, isso afeta a credibilidade e pode resultar em multas pesadas com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

Vulnerabilidade dos meios de comunicação

O uso de ferramentas desatualizadas de segurança, a falta de cuidado dos funcionários com as senhas de acesso e erros na configuração de equipamentos estão entre as principais vulnerabilidades que elevam o risco de uma empresa sofrer um ataque cibernético de graves proporções. 

É muito ruim interromper as atividades devido a problemas nos meios de comunicação. Trata-se de uma situação que precisa ser evitada ao máximo. Do contrário, são enormes as chances de sofrer prejuízos financeiros e de imagem que dificilmente serão revertidos.  

Formas de proteger os meios de comunicação

Não faltam soluções para uma organização estar mais segura. Mas é fundamental que os recursos sejam utilizados com inteligência para reduzirem consideravelmente os riscos de invasões às redes corporativas. Pensando nisso, vamos apresentar brevemente ferramentas úteis que ajudam a proteger os meios de comunicação. Veja! 

Next Generation Firewall

O Next Generation Firewall consiste em um mecanismo bastante avançado, cujo foco é identificar e mitigar as ameaças de maneira eficiente e ágil.  

Secure Access Service Edge

É uma estrutura que possibilita a usuários e equipamentos um acesso à nuvem com elevado nível de segurança. Assim, é viável usar vários aplicativos em qualquer local onde há conexão à internet.  

Zero Trust Network Access

Tem como principal característica propiciar um controle efetivo no acesso às aplicações. Dessa maneira, contribui para manter a proteção dos meios de comunicação em um excelente patamar.  

Cloud Access Security Broker

Conhecido também como CASB, consiste em uma solução que proporciona a uma empresa  adotar políticas de segurança, conformidade e de governança para os aplicativos na nuvem estarem mais protegidos de ataques cibernéticos.  

Segurança integrada

O objetivo é fazer com que sejam adotados bons procedimentos de segurança da informação. Em outras palavras, há uma preocupação em utilizar recursos que evitem, ao máximo, o acesso indevido aos ativos de TI em termos remotos e físicos (presença de pessoas não autorizadas em um ambiente corporativo).  

Saiba como proteger os meios de comunicação com a Future

Para proteger os meios de comunicação com eficiência, é recomendado apostar em um parceiro com experiência e renome no mercado de TI. O ideal é conhecer as soluções da Future que priorizam manter os ambientes tecnológicos com um alto nível de segurança. 

Se pretende apostar em ferramentas robustas para combater os ataques virtuais, entre em contato conosco agora mesmo! Afinal, proteger os dados com inteligência é fundamental para o sucesso! 

Segurança de dispositivos móveis: o que é e qual sua importância no cenário atual

Os smartphones, tablets e outros recursos tecnológicos portáteis são ferramentas imprescindíveis para diversos profissionais. Não ter uma visão crítica sobre essa nova conjuntura é um erro grave, porque afeta o nível de segurança de dispositivos móveis e aumenta as brechas para cibercriminosos invadirem a rede corporativa. 

Esse cenário também mostra que boas práticas de segurança da informação passaram a ter um valor ainda mais estratégico no mundo corporativo. E ignorar esse fato é pedir para uma empresa perder não apenas competitividade, mas também o foco em resultados mais expressivos em médio e longo prazos.  

Neste artigo, vamos detalhar diversos procedimentos para aumentar o nível de proteção dos dados institucionais que trafegam em dispositivos móveis. Confira! 

O que é a proteção de dispositivos móveis?

Podemos definir essa iniciativa como um conjunto de ações para reduzir ao máximo a possibilidade de recursos tecnológicos (celulares, tablets, entre outros) serem invadidos por criminosos digitais. É crucial que uma empresa priorize a necessidade de manter esses dispositivos com um elevado grau de segurança da informação

Para isso ser alcançado, um passo importante consiste em campanhas de conscientização que ajudem os colaboradores a adotarem práticas que mantenham os equipamentos menos vulneráveis às ações ilícitas. Além do investimento em pessoal, outra boa medida é apostar em boas soluções de TI.  

Há diversas ferramentas que contribuem para monitorar o fluxo de informações que circulam em uma rede corporativa. Ao optar por esse recurso, uma companhia tem mais condições de identificar as ameaças virtuais e mitigá-las com um elevado grau de eficiência. 

Também é recomendado adquirir soluções de segurança para o e-mail institucional. Um dos motivos é que muitos golpes de engenharia social são aplicados pelo correio eletrônico. Ao filtrar e eliminar as mensagens ilícitas, torna-se mais simples evitar problemas que afetarão a disponibilidade dos serviços digitais ao público-alvo.  

A importância da segurança de dispositivos móveis

Com a transformação digital e a computação em nuvem sendo cada vez mais valorizadas pelas corporações, é indispensável haver uma política de segurança da informação que torne os dispositivos móveis mais seguros contra os ataques virtuais. 

Vale ressaltar que, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), uma organização pode receber uma multa de até R$ 50 milhões ou o correspondente a 2% do seu faturamento bruto. Dependendo da situação econômica da empresa, essa penalidade pode prejudicar não apenas a imagem, mas também a capacidade de investir em ações com foco na melhoria contínua.  

Isso mostra, sem dúvida, como é preciso ter um direcionamento para evitar situações indesejadas, como o roubo ou o vazamento de informações. Ao permitir que os funcionários usem smartphones e tablets para executar tarefas, as companhias devem adotar medidas de segurança voltadas para esses recursos tecnológicos. Do contrário, serão elevadíssimas as chances desses equipamentos serem a porta de entrada para a invasão da rede institucional. 

A segurança de dispositivos móveis e o home office

O trabalho remoto deixou de ser apenas uma tendência e passou a ser uma alternativa para as corporações terem funcionários mais produtivos e focados em um desempenho notável. Uma consequência disso é que as empresas precisam se adequar ao novo cenário para manter a segurança em um elevado patamar. 

Com os colaboradores atuando fora do ambiente físico controlado, os riscos de comprometimento da rede e dos dados corporativos aumentam de forma considerável. Isso ocorre, principalmente, em virtude de os cibercriminosos adotarem mecanismos para invadir os recursos tecnológicos usados pelos empregados durante o home office.  

Para minimizar os riscos, a melhor saída é investir em soluções de segurança adicionais que sejam capazes de combater efetivamente as tentativas de invasão e de roubos de informações institucionais por meio dos dispositivos móveis dos usuários remotos.  

O aumento nos ataques contra dispositivos móveis durante a pandemia

Inegavelmente, a expansão do trabalho remoto tem chamado a atenção dos cibercriminosos, que sabem como os funcionários, fora do ambiente empresarial, ficam mais vulneráveis para serem vítimas de ataques virtuais

De acordo com uma pesquisa de mercado, os ataques de phishing cresceram 124% no período de fevereiro a março de 2021. Por isso, é fundamental muita atenção principalmente com o uso do WhatsApp, aplicativo bastante empregado pelos cibercriminosos para disseminar golpes digitais durante a pandemia.  

Se não houver investimentos em conscientização e em soluções de segurança de dispositivos móveis, uma empresa estará muito vulnerável e poderá sofrer problemas graves por causa de ciberataques. Não levar isso em consideração é um equívoco grave que pode, inclusive, afetar a sustentabilidade do negócio.   

Como colocar a segurança de dispositivos móveis em prática

A prevenção, sem dúvida, é o melhor caminho para uma organização estar mais segura ao adotar o home office como alternativa para os funcionários terem um melhor rendimento e mais qualidade de vida. Para isso se tornar uma realidade, o indicado é adotar as melhores práticas de segurança da informação

No caso dos dispositivos móveis, uma empresa deve apostar em softwares que possibilitem monitorar o fluxo de informações e eliminar as tentativas de invasão à rede. Outra medida válida é apostar em antivírus com um foco mais específico para recursos móveis, como os smartphones. 

No quesito acesso, é pertinente incluir uma solução de Zero Trust Network Access (ZTNA), caso os colaboradores da organização utilizem os dispositivos móveis para realizar acessos à bases de dados e/ou sistemas e aplicações integradas. 

Também é válido investir em softwares de AntiSpam que minimizem as chances de mensagens de correio eletrônico maliciosas serem visualizadas pelos funcionários. Com certeza, é uma opção interessante de reduzir as chances de sucesso de um golpe digital. 

Com o objetivo de elevar o nível de proteção dos dados dos clientes, a Future conta com soluções que priorizam aumentar a segurança de dispositivos móveis. Em outras palavras, disponibiliza um recurso capaz de combater, com eficiência, os ataques direcionados para equipamentos como celulares e tablets.  

Saiba mais sobre segurança de dispositivos móveis com a Future

Para manter a segurança de dispositivos móveis, é indispensável haver um esforço direcionado para a melhoria contínua dos mecanismos de proteção. Afinal, os cibercriminosos estão empregando métodos cada vez mais avançados para atingir os objetivos e prejudicar cidadãos e empresas no mundo inteiro.  

Se está em busca de uma maior proteção para a rede e os dados institucionais, entre em contato conosco agora mesmo! Estamos dispostos a ajudar o seu negócio a atingir resultados cada vez mais expressivos. 

O que é ransomware e como agir após um ataque?

Você sabe o que é o ransomware e como agir após ser vítima desse ataque? Esse questionamento é bastante relevante, pois cada vez mais sistemas e ambientes computacionais têm sofrido com esse tipo de ataque virtual.

Este tipo de malware causa grandes prejuízos, pois restringe o acesso aos softwares, dados e informações. Por esse motivo, esse tópico gera muita preocupação por parte dos profissionais especializados em TI e em segurança da informação.

Pensando na importância desse tema, neste conteúdo explicaremos o que é o ransomware, destacaremos quais são os tipos e informaremos o que você pode fazer após ser vítima de um ataque desse tipo. Acompanhe a seguir.

O que são os malwares?

Antes de explicarmos o que é um ransomware, é fundamental entendermos o que são os malwares para uma melhor compreensão em relação a esse relevante assunto.

Também conhecido como software malicioso, malware é um termo abrangente e refere-se a qualquer programa ou código que pode causar prejuízos a sistemas, servidores ou rede de computadores.

Desse modo, podemos dizer que o malware é qualquer programa feito propositalmente com o objetivo de causar danos aos computadores e diferentes sistemas informatizados.

O que é o ransomware e como ele funciona?

Trata-se de um tipo de malware que impede as pessoas de acessarem sistemas, arquivos pessoais e informações. Nesse caso, quem for vítima do ataque terá que fazer o pagamento do resgate (ransom) para recuperar o acesso aos referidos ativos. Muitas vezes, os autores desse ciberataque exigem que o pagamento seja feito por meio de uma criptomoeda ou mesmo via cartão de crédito.

Nesse momento, é comum surgir a seguinte dúvida: quais são os principais caminhos para o ransomware infectar os computadores? Existem diversas possibilidades. Entre elas estão a utilização de spam malicioso, e-mails com armadilhas em anexo, links para sites maliciosos, etc. E, uma vez dentro de seu ambiente, ele se espalha horizontalmente, infectando os demais dispositivos de sua rede.

Qual a relação entre o Ransomware e o phishing?

O phishing é uma das formas utilizadas pelos cibercriminosos para espalhar um ransomware. Nesse caso, é muito comum ter um e-mail com um código malicioso em um anexo desconhecido na sua caixa de e-mails.

Se for um e-mail phishing, ele será parecido com um legítimo. Nessas situações, as chances dos usuários não perceberem a ameaça e executarem o malware são grandes. Após a execução do arquivo, os programas maliciosos infectam o computador do indivíduo.

Depois do contato inicial com um computador, normalmente o ransomware criptografa seus arquivos. Com isso, os usuários não terão mais acesso aos dados e informações. Quando essa situação acontece, a pessoa recebe uma notificação que suas informações foram sequestradas e continuarão nesse estado até que paguem o resgate solicitado.

Se a pessoa optar por fazer o pagamento, o cibercriminoso se compromete a fornecer uma senha de acesso para o desbloqueio das informações capturadas. Porém, é importante mencionar que não há garantia que essas informações possam ser recuperadas. Por esse motivo, o pagamento não é uma prática recomendada e essa prática pode incentivar que cibercriminosos façam novos ataques e vítimas.

Quais são os tipos de ransomware?

Existem diversos tipos de ransomware e o conhecimento desse tema é fundamental para você esteja melhor preparado, evitando desta forma ser vítima desse ataque. Destacaremos abaixo os tipos mais comuns.

Criptoware

Destacamos anteriormente sobre a criptografia. Nesse tipo de malware, os cibercriminosos criptografam todos os seus dados e impossibilitam o acesso. Para recuperá-los, os invasores solicitam o pagamento de resgate. Porém, essa prática não é recomendada, pois não há nenhuma garantia que os criminosos vão devolver esses arquivos.

Scareware

Ele inclui sistemas de segurança trapaceiros ou fraudes de suporte técnico. Nesse caso, você pode receber uma mensagem alegando que um determinado malware foi descoberto e a única maneira de livrar-se dele seria pagando.

No entanto, caso não faça nada, os seus arquivos continuarão seguros. Vale destacar que nenhum programa de segurança legítimo vai fazer solicitações desse modo. O Scareware, como o nome sugere, é desenvolvido com o intuito de assustar, e levar o usuário a realizar o pagamento.

O que fazer após um ataque de ransomware?

Primeiramente, é importante desconectar o computador da rede e fazer o isolamento de unidades externas (unidade USB, disco rígido etc.) do computador infectado.

Posteriormente, entre em contato imediatamente com um especialista em segurança da informação, pois é o profissional capacitado para resolver esse problema.

Também é uma ótima ideia fazer o backup dos dados, pois essa prática facilita a recuperação das informações. Ter uma rotina periódica de backups é outra medida preventiva nesse contexto.

Por fim, mas não menos importante, é fundamental contar com um antimalware e atualizá-lo de forma periódica. Isso porque, essa prática aperfeiçoa a identificação de programas maliciosos e evita que o sistema seja invadido. Trata-se, portanto, de uma medida preventiva e que visa garantir a segurança da informação de forma geral.

O ransomware gera muitos prejuízos em diferentes sistemas informatizados. Por esse motivo, é muito importante entender como funciona esse ataque e conhecer as medidas a serem tomadas após ser vítima do malware,reduzindo desta forma os prejuízos causados. Desse modo, torna-se possível manter as informações protegidas na sua empresa.

Está com alguma dúvida sobre o que é ransomware e como agir após esse ataque? Entre já em contato com a Future! Veja como podemos ajudá-lo a melhorar a segurança da informação na sua empresa e garantir proteção dos seus sistemas contra ataques de malwares.

Ransomware: 10 dicas para reforçar a proteção contra esse ataque

ransomware é mais uma de tantas ameaças a que uma empresa deve estar atenta constantemente. Sua diferença, porém, é que seu impacto é maior que o de outras ameaças, podendo dificultar muito o trabalho do departamento de TI, e gerar grandes prejuízos para a organização. 

Depois do ataque, o sistema rapidamente é controlado pelos invasores, sendo quase impossível remover esse malware. Por conta disso, se apresenta como um grande risco para qualquer corporação, seus dados, usuários e parceiros. 

Para entender melhor o que é um ransomware, como funciona e como evitá-lo, fique atento. Descubra abaixo como se proteger contra essa ameaça e verificar se sua companhia se encontra segura.  

O que é ransomware?

De maneira bastante breve, é possível definir o ransomware como um tipo de malware muito perigoso para as companhias. A explicação para isso está em sua rapidez de acesso, bem como na forma como ele atua no sistema de uma organização. Basicamente, o programa ameaça bloquear ou até mesmo publicar os dados da vítima. 

Obviamente, o grau de preocupação pode variar de acordo com o desenvolvedor do software. Alguns podem ser menos desenvolvidos, de forma a ser possível reverter alguns dos danos. Em outros casos, entretanto, essa solução não funciona, deixando a empresa nas mãos dos invasores. É comum, por exemplo, que seja pedido um resgate para a devolução da informação.  

Qual a ação do ransomware?

A forma de atuação de um ransomware é bastante similar à de tantos outros vírus aos quais uma companhia está suscetível. Sua porta de entrada, em geral, são e-mails de phishingspamdownloads mascarados e demais técnicas já conhecidas. O problema, porém, aparece logo após o arquivo ser aberto.  

A partir deste momento, o programa consegue, em poucos segundos, iniciar seu processo de criptografia. Dessa forma, não há tempo hábil para reverter a situação ou entrar em contato com especialistas do departamento de TI. Em pouco tempo, seus dados já estão nas mãos dos bandidos, não havendo muito que se possa fazer. Por conta disso, o mais indicado é investir na prevenção desses ataques.  

Impactos causados por ransomwares

Assim que se instala em um sistema, são diversas as maneiras que o ransomware pode complicar a operação de uma empresa. Esses impactos, então, dependem do objetivo do ataque, bem como da efetividade do malware. De qualquer forma, apenas o risco desses efeitos já assusta qualquer pessoa. Entre eles, pode-se citar, por exemplo: 

  • Perda de dados, documentos e arquivos de uma empresa, temporária ou permanentemente; 
  • Desligamento completo de toda a operação de uma companhia; 
  • Prejuízo financeiro devido à inativação das operações, do acesso ao sistema como um todo, e eventuais multas impostas pelas regulamentações de proteção de dados; 
  • Grandes gastos a fim de mitigar ou reverter os problemas causados pela invasão; 
  • Impacto direto na reputação da organização, afetando sua imagem perante o mercado, seus parceiros e consumidores. 

Como reforçar a proteção contra ransomwares?

Mais importante do que entender o funcionamento desse vírus é compreender como se proteger contra ele. Assim, é interessante investir em formas de garantir a segurança tanto de sua companhia, quanto de suas informações. 

Para isso, diversas são as técnicas que podem ser utilizadas, indo desde as mais simples às mais desenvolvidas. As mais indicadas, entretanto, são as que seguem.  

Antispam

Como dito anteriormente, uma das principais portas de entrada para um ransomware é o correio eletrônico. Com a constante sofisticação dos ataques phishing, é fundamental contar com uma ferramenta avançada antispam, que é a responsável por bloquear ataques deste tipo. Historicamente este controle reduz de forma significativa o risco deste tipo de ataque e, consequentemente, de uma infecção por ransomware

Proteção Web

Na maioria das vezes o ransomware entra na empresa através do acesso de um usuário a um link na Internet (normalmente contido em um e-mail phishing).  

Adicionalmente, uma vez instalado, normalmente, o ransomware busca comunicação com o atacante através de servidores externos. Esta comunicação serve para avisar que o ataque foi bem sucedido e evadir as informações roubadas.  

Assim, proteger a comunicação com a Internet é fundamental para reduzir eventuais impactos relacionados ao roubo das informações e, por vezes, impedir a própria instalação do software malicioso. 

Desta forma, contar com uma ferramenta especializada em proteção web é crucial para aquelas empresas preocupadas com este tipo de ataque. 

Perímetros de rede

Outro ponto a se atentar na hora de investir na proteção de sua empresa é o perímetro de rede. Para isso, se faz necessário, já de início, desenvolver políticas bem definidas.  

Junto a isso, sugere-se a utilização de uma rede isolada para os servidores, criando um limite de separação entre as redes internas e externas. Além disso, a fim de se proteger contra o ransomware, indica-se também a concepção de uma DMZ (Demilitarized Zone) para serviços publicados na internet. 

Firewall

Outro fator a se considerar com o objetivo de garantir a segurança de seus dados é investir em um firewall de borda. Por meio deste, se faz possível bloquear portas externas, em especial as que dão acesso ao sistema.  

Este pode trabalhar junto a um antimalware, reforçando ainda mais sua atuação. Esses são bloqueios que impedem ou retardam a entrada dos arquivos indesejados e evitam que seus dados sejam afetados. Para um melhor resultado, defina políticas avançadas de bloqueio para IPs maliciosos.  

Atualizações do sistema operacional

Assim como tudo no ambiente digital, os ransomwares evoluem e se atualizam, se tornando cada vez mais capacitados a invadir seu ambiente. Com isso em mente, se faz interessante manter o seu sistema operacional, da mesma forma, sempre atualizado. 

Em geral, os updates são disponibilizados pelo próprio fornecedor, já contendo níveis mais altos de proteção. É importante mencionar, porém, que todos os equipamentos devem ser atualizados e os sistemas antigos descontinuados para que a medida tenha efeito. 

Antimalware

Seguindo a lógica dos tópicos acima, uma boa forma de complicar a entrada de arquivos maliciosos é investir em um bom software antimalware. Este, porém, não pode ser qualquer ferramenta disponível no mercado, mas sim uma com capacidade comprovada.  

Outro ponto a se analisar é se este apresenta, de fato, proteção conta ransomware. Alguns sistemas muito utilizados não contam com essa defesa, em especial em suas versões gratuitas. Assim, instale um antimalware em todas as máquinas da empresa e confirme sua proteção contra ataques externos.   

Interconexão

A precaução deve ser sempre considerada quando se fala de internet, e isso inclui a comunicação entre seus próprios equipamentos. Com isso, o mais indicado é que toda a interconexão entre usuários e a rede da companhia seja feita através de VPN. 

Todos esses dispositivos devem seguir a política de segurança da organização, incluindo os de propriedade da companhia e dos funcionários. Se um destes, afinal, é infectado e se conecta ao sistema empresarial, causa os mesmos riscos que os demais.   

Políticas de segurança

Falando das políticas de segurança, se faz preciso entender que estas devem conter todas as regras para que haja uma correta proteção corporativa. Assim, devem constar nas normas os mais diversos aspectos da proteção digital, que vão de senhas fortes à redução de privilégios administrativos.  

Outras mudanças aconselháveis e fáceis de se aplicar são a troca constante das senhas e o bloqueio por tentativas de acesso. Por meio destas ações, fica mais fácil garantir a defesa de uma empresa.  

Capacitação de pessoas

De nada adianta, porém, toda a equipe de TI entender a situação e se precaver se os demais colaboradores não fizerem sua parte. Por isso, é preciso, também, investir em treinamentos e capacitações a respeito do tema. 

Todos dentro de uma organização devem estar cientes dos riscos de suas atitudes, bem como dos efeitos que estas podem ter. Muitas vezes, a falta de conhecimento é o que causa a entrada do ransomware, em especial por maneiras simples de se evitar. 

Backup

Nesse tipo de situação, todos os cenários devem ser considerados, inclusive um em que o ataque, de fato, ocorra. Para isso, a empresa deve ter a certeza de que seus dados não sejam perdidos, jogando anos de trabalho fora.  

Nada melhor, então, do que possuir um backup constante dos dados hospedados em seu ambiente. Outra boa ideia é apostar em um plano de disaster recovery (recuperação de desastres)

DNS

Em adição a tudo o que foi descrito acima, atuar com um servidor de DNS — Domain Name System — seguro auxilia muito no processo. Para isso, é possível contar com auxílio de terceiros realizando parcerias com fornecedores especialistas.  

Dessa forma, é simples garantir sua segurança no acesso aos sistemas corporativos. É esse fator, por exemplo, que evitará o aparecimento de domínios suspeitos na rede interna. Estes, aliás, se apresentam como uma das principais portas de entrada do ransomware nas companhias.   

Auditoria de segurança

Por fim, se faz preciso também garantir que todos os passos acima sejam seguidos de maneira correta. Para isso, o ideal é realizar auditorias constantes e profundas em toda a atuação e estrutura da organização. 

Esse processo pode ser feito de forma interna, mas sugere-se, também, sua realização externa, por meio de consultorias especializadas. Estas, então, terão mais liberdade, autonomia e conhecimento para analisar todo e qualquer ponto que possa se apresentar como um risco para a empresa. 

Saiba mais sobre proteção contra ransomware com a Future

Grande parte dos especialistas considera o ransomware como uma das principais ameaças a uma empresa. Dessa forma, se proteger contra esse malware é vital para o sucesso e o crescimento de um negócio. Para isso, porém, o mais indicado é contar com parceiros capacitados e que te auxiliem em todo esse processo.  

Com mais de 20 anos de atuação no mercado de segurança da informação, a Future é a escolha ideal para você. A empresa traz confidencialidade, integridade, disponibilidade e conformidade para qualquer projeto que precisar. Mais do que isso, possui o conhecimento e a experiência necessários para te ajudar de forma totalmente eficaz. 

Assim, você terá ao seu lado não somente um parceiro, mas toda uma equipe empenhada em proteger sua empresa e lhe apoiar operacional e estrategicamente. E, em momentos como o atual, em que os ataques são cada vez mais comuns, esse é o suporte que você precisa para se manter competitivo no mercado.  

Ficou interessado? Entre em contato com um especialista da Future para mais informações. 

A importância de proteger seu backup contra ransomwares

A cada dia fica mais evidente a necessidade e a importância das corporações investirem na segurança e proteção de seus arquivos digitais, já que a menor falha na segurança dos dados pode causar imensos prejuízos. 

Quando criminosos realizam tentativas de invasão aos sistemas, é fundamental contar com um sistema eficiente de backup e, assim, evitar danos substanciais. Mas isso de nada adianta se seu backup não possuir mecanismos de proteção contra ransomwares

O sequestro de dados

ransomware é um software malicioso que tem o intuito de invadir sistemas e sequestrar informações vitais para o funcionamento de empresas e órgãos públicos. 

Em ataques desse tipo, os criminosos bloqueiam os dados através de criptografia para torná-los inacessíveis para seus próprios donos e, em seguida, cobram um resgate para devolver o material. 

A palavra “ransom” deriva do inglês e é o equivalente à nossa palavra “sequestro”: um roubo que ainda exige da vítima um pagamento para recuperar o que lhe foi levado. 

Um dos ransomwares mais conhecidos entre os especialistas de TI é o Defray777, que já causou grandes prejuízos em empresas privadas e órgãos governamentais, como o STJ no Brasil, o Departamento de Transporte do Texas e a empresa IPG Photonics, que tem contrato com o exército dos Estados Unidos. 

A IPG, por exemplo, não tinha o preparo e a segurança necessários para esse ataque e precisou pagou para os sequestradores pela recuperação de seus dados, já que uma vez criptografados, é impossível recuperá-los. Já na invasão ao STJ, ocorrida no final de 2020, felizmente havia backup contra ransomware

Formas de proteger suas informações contra ransomware

Um ransomware é capaz de se alojar em computadores depois de o usuário clicar em arquivos infectados, que podem estar em links enviados por e-mail, arquivos em anexo e até mesmo em sites que, para leigos, podem ser considerados completamente inofensivos. 

Assim, a primeira maneira de evitar ataques de sequestro de dados é implementar protocolos de segurança mais rígidos nas empresas. A capacitação de colaboradores para identificar documentos e links suspeitos é um excelente primeiro passo, mas não é a única medida a ser tomada, pois até mesmo o melhor aluno pode virar uma vítima. 

Proteger a rede com sistemas capazes de identificar, bloquear e acabar com ameaças antes que elas sejam capazes de criar problemas também é de suma importância, assim como o uso de criptografia de dados em repouso e em trânsito. 

Mas mesmo com tudo isso, o atacante pode ter sucesso e daí surge a importância de um sistema de backup. Em casos de falha nas barreiras de segurança, as cópias são perfeitamente capazes de restaurar a integridade dos materiais sequestrados. 

Por que usar o backup?

Os ataques virtuais estão cada vez melhor planejados. Alguns tipos de ransomwares sequer precisam de cliques ou downloads de arquivos executáveis. 

Os criminosos já usam documentos em javascript, que conseguem ultrapassar as medidas de segurança sem emitir alertas de arquivo suspeito ou mesmo precisar de permissão de administrador para executar. Felizmente, as ferramentas de proteção são constantemente atualizadas e normalmente conseguem acompanhar as inovações dos crimes cibernéticos. Mas e quando elas não são suficientes? 

Nesses casos, o backup é o último recurso, protegendo tanto contra ciberataques quanto acidentes ou erros humanos. Ele permite que, em caso de ataques, os arquivos possam ser recuperados, evitando assim maiores prejuízos, paradas inesperadas no sistema e no fluxo de trabalho da empresa. 

Como proteger seu backup

O aumento de casos de invasões por cibercriminosos não modifica os antigos requisitos para backup, mas enfatiza a necessidade de manter as práticas de proteção e recuperação de arquivos importantes. 

A perenidade e a constância no backup com gravação única e leitura múltipla auxilia a manter os dados íntegros, uma vez que ao usar esse recurso, os dados não podem ser apagados, alterados ou substituídos.  

Além disso, políticas de aplicação e retenção garantem que não exista a possibilidade de alguma pessoa apagar arquivos de forma mal intencionada. Adicionalmente, manter as práticas recomendadas de segurança também dificulta o acesso de hackers aos dados retidos. 

Como melhorar a estratégia de backup

Na estratégia de backup contra ransomware, por exemplo, o aconselhado é ter um perímetro de rede sob alta proteção, salvamento de dados constante e em múltiplas localidades, além de planos de recuperação em casos de sequestro de dados ou outros desastres. 

Existem diversas opções para esse tipo de estratégia, mas as possibilidades precisam ser analisadas com cuidado. A distância do local de armazenamento até a empresa e a qualidade de largura de banda para transferência de arquivos, por exemplo, precisam ser avaliadas para que não se tornem obstáculos na hora de recuperar os arquivos. 

Saiba mais sobre proteção de backup da Future

Ter um backup adequado como estratégia contra ramsomwares é garantir a segurança de dados para a empresa. Deixar arquivos vulneráveis ou ter falhas de segurança hoje em dia é praticamente certeza de que haverá prejuízo em algum momento. 

É por isso que a Future oferece as melhores opções de segurança para as empresas. O SIC, central de cibersegurança focada em inteligência de ameaças, desenvolvido pelos especialistas da Future, concentra serviços de classe mundial com a mais alta tecnologia. 

Com isso, você e sua empresa conquistam a tranquilidade de saber que os arquivos e dados estão protegidos contra malwaresransomwares, fraudes e outras ameaças. 

Contate um dos especialistas da Future para conhecer nossas soluções e ter uma mentoria de qual delas é a mais adequada para manter a sua organização segura.  

Como proteger os smartphones contra ataques cibernéticos?

Devido a praticidade de uso de smartphones, a cada dia novas aplicações de negócio são disponibilizadas para acesso através deste tipo de dispositivo. Graças a isso, seu uso como ferramenta de trabalho, que já vinha crescendo de forma substancial ano após ano, se tornou uma prática comum após a pandemia. 

Como consequência, segundo pesquisas de mercado, a quantidade de ciberataques a dispositivos móveis mais do que dobrou neste último ano. Juntando a isso a incidência de roubos, furtos e outras situações em que o dispositivo é perdido e pode ser manuseado sem autorização, uma pergunta cada vez mais frequente é se as empresas precisam proteger os smartphones de seus colaboradores. 

Com isso em mente, elaboramos este artigo onde abordaremos esta questão tão relevante. Siga conosco e confira como garantir a melhor proteção de smartphones

A importância da segurança em dispositivos móveis

Quantos dados confidenciais os colaboradores da sua empresa armazenam nos smartphones? Quantas destas informações poderiam causar grandes danos corporativos caso fossem roubadas? Certamente, esse prejuízo seria grande, muito maior do que conseguimos imaginar, e por isso é fundamental tratarmos com especial atenção este tipo de equipamento. 

A questão é que ficou absolutamente impossível não utilizar dispositivos móveis para as atividades do trabalho. E ainda que as medidas de proteção sejam tomadas para a rede corporativa como um todo, é essencial levar em conta que este tipo de equipamento frequentemente é utilizado em redes externas à empresa. 

Afinal, os ataques cibernéticos chegam até seu dispositivo móvel pelos mais diferentes meios: redes públicas de Wi-Fi, links maliciosos (enviados através de e-mail, aplicativos de mensagem instantânea, mensagens de texto, etc), uso de dispositivos USB infectados, aplicações falsas, entre outros. 

As camadas básicas de proteção para smartphones

Embora seja algo desconhecido para muitos usuários, cada smartphone traz consigo algumas camadas básicas de segurança, como mostraremos abaixo. 

Proteção do usuário

É cada vez mais comum que os aparelhos celulares disponham de leitor biométrico para garantir um acesso seguro. Com isso, um usuário pode aumentar seu nível de proteção, trocando as tradicionais senhas de acesso por este método de autenticação pessoal. 

Este tipo de tecnologia garante que apenas o dono do aparelho consiga acessá-lo, evitando desta forma o roubo de informações em casos de perda do aparelho. 

Proteção do dispositivo

Muitos smartphones possuem uma ferramenta própria que permite a limpeza remota dos dados. Ou seja, caso o dispositivo seja perdido ou roubado, é possível enviar um comando remoto para limpar todos os dados sensíveis do aparelho. Isso deve ser feito o mais rapidamente possível e é essencial para a proteção de informações sigilosas. 

Proteção dos dados

Para evitar que os dados armazenados no smartphone sejam transferidos para redes não autorizadas, como redes domésticas, existem ferramentas específicas para a proteção dos dados

Graças a este tipo de ferramenta, os usuários não conseguirão transferir dados sensíveis para outros aparelhos, o que pode evitar roubos de informação nos casos de furtos dos aparelhos. 

Gestão dos aplicativos

Por padrão, o sistema operacional de cada aparelho impede o acesso dos aplicativos a recursos básicos do sistema (agenda, localização, câmera, entre outros), liberando tal acesso apenas com a autorização explícita do usuário. Antes de conceder tal autorização, tenha certeza da origem do aplicativo e que o acesso solicitado é realmente relevante para sua atividade. 

Adicionalmente, a instalação de aplicativos que não estão publicados nas lojas oficiais do fabricante do sistema operacional também é liberada após a expressa autorização do usuário. Evite instalar aplicativos desconhecidos, reduzindo desta forma a instalação de algum aplicativo malicioso. 

Camadas adicionais de proteção

Por mais que as tecnologias nativas ajudem a prevenir os ciberataques, algumas camadas de proteção adicionais se fazem necessárias para combater esta ameaça crescente. Listamos abaixo algumas delas: 

Proteção antimalware

Existem antimalwares específicos para smartphones. Eles são essenciais para identificar ameaças, alertar o usuário sobre possíveis links maliciosos e oferecer um panorama para o time de TI identificar possíveis ataques, mas para tal precisam estar sempre atualizados. 

Proteção de dados e aplicações corporativas

Considerando que a maioria dos smartphones utilizados para acessar os sistemas corporativos pertence ao próprio colaborador, e não à empresa, outra camada fundamental para garantir a segurança das informações corporativas é a de proteção de dados e aplicações empresariais. Este tipo de solução cria um “contêiner” para todas as aplicações corporativas, salvando seus dados de forma isolada e criptografada. Assim, um usuário mal-intencionado ou uma pessoa não autorizada não conseguiria extrair informações para outros aparelhos, ou mesmo para outras áreas do smartphone. 

Práticas para garantir a proteção

Ransomwares, spywares e phishings estão entre as principais tentativas de ataques a smartphones. E para evitar esses riscos que chegam por tantos meios diferentes, é necessário seguir uma série de práticas, oferecer treinamento e ter atenção constante quando surgem novos tipos de invasões. 

Acesse apenas redes confiáveis

Redes públicas são reconhecidamente perigosas para dispositivos móveis. Elas mantêm diversas brechas que permitem aos criminosos invadir os smartphones e acessar dados sensíveis

Use os recursos de rastreabilidade

Recursos de rastreabilidade permitem acessar a localização do aparelho em tempo real. E isso é especialmente importante em casos de perda ou roubo. Além disso, auxiliam no bloqueio às tentativas de acesso aos dados sigilosos

Cuidado ao conectar o aparelho a outros computadores 

É comum que as pessoas tentem conectar seu dispositivo a um computador para carregar a bateria ou transferir arquivos, mas esse é um ponto que precisa de muitos cuidados. Isso porque se o computador estiver infectado, poderá repassar o código malicioso ao dispositivo. 

Sempre ofereça orientações gerais

Todos os colaboradores devem ser treinados continuamente sobre os principais riscos do mau uso dos dispositivos móveis. Oferecer regras sobre a instalação de aplicativos, acesso a links desconhecidos, envio de dados de login via e-mail, entre outros pontos, é essencial para proteger os dados sensíveis da empresa e do colaborador.   

Saiba mais sobre a proteção de Smartphones corporativos com a Future

Atuando com soluções especializadas em segurança da informação desde 1997, a Future reúne um portfólio completo para proteger os dados corporativos nos mais diferentes tipos de dispositivos. Seus elevados padrões em tecnologia e análise permitem ações rápidas contra invasões, malwares, falhas de compliance, roubo e outras ameaças aos dados sensíveis. 

Acesse agora mesmo o site da Future, fale com um especialista e saiba como elevar os níveis de segurança para os dispositivos de sua empresa. 

Segurança da Informação: Principais ameaças de 2018

As empresas, devido à sua importância social e econômica, encontram-se no centro das atenções no que diz respeito à segurança. No entanto, ao contrário da segurança física, a proteção das informações tornou-se prioridade apenas recentemente. Enquanto isso, mudanças estão ocorrendo rapidamente neste setor e exigem uma reação igualmente rápida.

O fator humano tem sido considerado pelos especialistas a principal ameaça à segurança da informação. Os hackers ainda não encontraram uma maneira mais fácil de violar a proteção de uma empresa do que atacando um usuário e um PC específicos. Eles utilizam a engenharia social para obter informações confidenciais, enviando vírus, ransomware e cavalos de troia.

Para obter sucesso no combate aos riscos gerados pelo fator humano, é necessário controlar todos os canais de transmissão de informações, analisar o tráfego e orientar os funcionários sobre as regras de Segurança da Informação (SI). Monitoramentos regulares no âmbito da SI podem ser realizados dentro da própria instituição ou recorrendo a serviços de empresas especializadas na formação de agentes de segurança da informação, como CTI, Security Awareness Training, entre outros.

Aumento dos ataques às empresas industriais

Em 2017, os especialistas em SI notaram o aumento do interesse de criminosos cibernéticos e agentes internos pelas empresas industriais. Primeiro eles roubam os dados de usuários, planos, esquemas de processos tecnológicos, documentação técnica de engenharia e depois, monetizam os essas informações. O volume de tais crimes só tende a crescer, já que a informatização das instalações industriais tem ganhando cada vez mais força.

Para que os funcionários entendam a responsabilidade pelas atividades internas, é importante informá-los sobre incidentes e respectivas punições em casos de fraudes. Por exemplo, em 2017 foi divulgado o caso de um dos clientes da SearchInform. A empresa Akado Yekaterinburg, iniciou e ganhou uma causa na justiça contra um ex-funcionário e seu cúmplice, que tentaram “vazar” o banco de dados de seus clientes. Os dados obtidos com a ajuda do sistema DLP foram utilizados como prova no processo judicial.

Mineração de moedas criptografadas com recursos da empresa

A mídia tem discutido amplamente os principais escândalos relacionados à mineração de dados no local de trabalho. O caso mais famoso é o da sentença proferida em janeiro de 2017. O funcionário do sistema do Federal Reserve, o Banco Central americano, Nicholas Bertault, instalou no servidor da organização um software destinado à mineração de moedas criptografadas. Bertault alterou a política de segurança para obter acesso remoto ao servidor a partir de seu computador pessoal. Nicholas foi condenado a 12 meses de prisão em liberdade condicional e multa de cinco mil dólares.

Em 2018 a tendência prevalece. Os trabalhadores são atraídos pela facilidade deste tipo de ganho: gastam os recursos da empresa e ainda recebem uma renda adicional. O mais desagradável é que é mais difícil detectar a mineração realizada internamente do que no caso de uma invasão por um vírus minerador. O departamento de segurança deve possuir as ferramentas necessárias para a identificação de tais atividades.

Fraudadores internos usam ferramentas de TI para cometer crimes comuns

Empregados mal intencionados estão utilizando cada vez mais os métodos de fraude cibernética. Um caso real: Um profissional em TI de um dos clientes da SearchInform “espelhou” os e-mails de dois executivos, diretores comercial e geral, em seu próprio correio eletrônico. O acesso ao e-mail foi parar nas mãos dos concorrentes diretos da empresa e, se o sistema de DLP não detectasse as violações, os concorrentes saberiam sobre todos os processos da administração da empresa. As atividades do criminoso foram interrompidas.

Grupos de risco

Em qualquer equipe de trabalho, existem funcionários potencialmente perigosos: pessoas endividadas podem acabar roubando para pagar suas dívidas, alcoólatras e pessoas com outros vícios podem acabar perdendo a cabeça e desrespeitando seus colegas. Esse perfil de empregado será sempre um ponto fraco na empresa, além do que, também podem tornar-se facilmente vítimas de chantagem: quando pressionados, podem acabar cometendo crimes para manter seus segredos pessoais. Munidos com as devidas ferramentas os profissionais em Segurança da Informação podem identificar os “grupos de risco” nas empresas e monitorá-los.

Um cliente da SearchInform conseguiu evitar perdas financeiras em sua empresa graças ao desenvolvimento de uma política de segurança voltada para grupos de risco. O principal analista financeiro da empresa-cliente passou o seu horário de almoço jogando pôquer na internet. O departamento de segurança descobriu que o hobby já havia se tornado um vício há algum tempo, e que o volume anual gasto no jogo pelo funcionário era de mais de 40 mil dólares. A qualquer momento, esse dinheiro poderia ser retirado das contas da empresa. Por isso o funcionário precisou ser desligado.

A segurança da informação é um processo contínuo que requer uma abordagem integrada e uma análise abrangente. A ideia de integração das soluções de proteção em um único sistema é apoiada por reguladores e especialistas da SI, pois aumenta significativamente o nível da segurança da dos dados. Enquanto um sistema identifica o comportamento anormal, determinando o meio de obtenção do acesso à informação, o outro avalia o conteúdo da comunicação. Essa interação entre os sistemas possibilita a investigação completa do crime e a coleta do maior número de evidências.

Apesar da amplitude dos problemas descritos acima, da seriedade dos novos desafios e ameaças, existem razões para olharmos para o futuro com otimismo. Para combater as ameaças à segurança da informação, as empresas de hoje possuem profissionais com a qualificação necessária, e os fornecedores, por outro lado, oferecem soluções de alta tecnologia. Resta combinar esses dois fatores e realizar um trabalho bem planejado.

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Fonte: CIO.

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O que fazer após uma violação de dados? 5 etapas para minimizar o risco

Após a notícia de que da T-Mobile sofreu na semana passada uma violação de dados, incluindo o roubo de senhas criptografadas, é um bom momento para rever as ações que você pode tomar para minimizar os riscos.

Outro grande serviço da web perdeu o controle do seu banco de dados e agora a empresa está lutando para ficar à frente dos bandidos. O acontecimento traz uma lição: violações de dados estão aqui para ficar. A boa notícia é que elas não precisam provocar pânico total, não importa quão sensíveis os dados roubados possam ser.

Normalmente, existem alguns passos muito simples que você pode colocar em prática para minimizar sua exposição à ameaça em potencial. Abaixo, você saberá como.

Etapa 1: determine o dano

A primeira coisa a descobrir é o que os hackers fizeram. Se eles tiverem seu nome de usuário e senha, por exemplo, não faz sentido alertar a empresa de cartão de crédito.

Notícias e declarações de empresas devem deixar bem claro o que foi vazado. Foi apenas o seu endereço de e-mail, ou foram seus dados de senha também? E quanto aos cartões de crédito (se aplicável) ou dados pessoais, como mensagens privadas?

Este é o primeiro passo para criar um plano de recuperação eficaz, mas antes de tomar qualquer ação, é necessário fazer uma pergunta crítica de acompanhamento.

Passo 2: os hackers podem usar seus dados?

Os hackers pegam dados o tempo todo, mas, muitas vezes, as informações roubadas são inutilizáveis ​​graças a práticas de segurança que incluem termos como “hash” e “criptografados”. Se os dados estiverem na forma de “texto puro”, isso significa que nenhuma criptografia foi usada e é tão fácil de ler e manipular quanto um documento do Word ou uma mensagem de e-mail comum.

Dados em hash, por outro lado, são dados que foram embaralhados de tal maneira que você não pode decodificá-lo de volta para texto simples. O hash é frequentemente usado por bancos de dados em suas senhas, por exemplo.

Nem todos os métodos de hashing são iguais, no entanto, e algumas vezes são reversíveis. Como segunda linha de defesa, uma empresa pode adicionar dados aleatórios para dificultar a decodificação. O ponto principal do hashing é que você precisará investigar um pouco mais para ver se a empresa acredita que os dados são utilizáveis ​​ou não.

Finalmente, a criptografia deve ser um processo de mistura bidirecional que permite que apenas alguém com a “chave” (geralmente um arquivo de senha) seja capaz de decodificar os dados.

Mesmo se os hackers pegarem dados que estejam em hash ou criptografados, às vezes as empresas aconselharão a alteração da sua senha, só por segurança.

Etapa 3: altere a senha

Se você precisar alterar sua senha, seja proativo. Altere sua senha imediatamente e não espere por um e-mail de aviso ou uma mensagem da empresa, se possível.

Se você usou a mesma senha em outros sites, altere-a também. Uma única violação de dados pode facilmente derrubar outras contas se você reutilizar senhas. Não faça isso.

Etapa 3a: comece a usar um gerenciador de senhas

Agora é um ótimo momento para começar a usar um gerenciador de senhas, se você ainda não o tiver. Esses programas podem criar senhas novas e difíceis de adivinhar e salvá-las para cada conta on-line que você possui. Eles também protegem suas senhas com criptografia e (geralmente por uma taxa) as disponibilizam em todos os seus dispositivos.

Etapa 3b: coloque um bloqueio extra nas suas contas com a autenticação de dois fatores

As senhas não são mais suficientes. Por isso, também é uma boa ideia ativar a autenticação de dois fatores (2FA) em qualquer uma das suas contas que a suportem. A autenticação de dois fatores significa que seu serviço web exigirá um código secundário de seis dígitos antes de permitir o acesso à sua conta, mesmo com a senha correta.

Esta é uma ótima maneira de desacelerar os bandidos. Infelizmente, também tem o mesmo efeito em você. A maioria dos serviços exige apenas um código 2FA a cada 30 dias por dispositivo ou, em alguns casos, apenas uma vez em um único navegador a partir de um único dispositivo. Então não é tão terrível.

A melhor maneira de usar a autenticação de dois fatores é com um aplicativo ou dispositivo dedicado a gerar esses códigos. Receber códigos SMS não é aconselhável, porque eles são vulneráveis a uma variedade de ataques relativamente triviais.

Etapa 3c: crie um e-mail de recuperação de senha dedicado

Muitos sites permitem que você defina um endereço de e-mail de recuperação específico, separado do e-mail da sua conta principal. Esse é o endereço de e-mail no qual você recebe links para redefinir sua senha depois de clicar no link “Esqueceu a senha?” em um site.

É melhor ter um endereço de e-mail específico que seja apenas para e-mails de recuperação de conta e não esteja conectado à sua identidade. Por exemplo, se o Gmail for o JAndrews, não use o jandrews@outlook.com. Se você usa seu e-mail comum para recuperação de conta, os hackers podem segmentar esse endereço de e-mail e, se o comprometerem, assumir sua vida on-line.

Como com qualquer outra conta de e-mail, verifique se o seu e-mail de recuperação está protegido com uma senha difícil de adivinhar e autenticação de dois fatores.

Etapa 4: entre em contato com sua operadora de cartão de crédito

Se o seu número de cartão de crédito foi comprometido, então você precisa alertar seu banco ou provedor de cartão de crédito. Se foi uma violação particularmente grande, há uma boa chance de seu banco já saber disso, mas ainda é uma boa ideia informá-lo de que você foi atingido.

Informe seu banco ou empresa de cartão de crédito imediatamente para garantir que você não seja responsabilizado por cobranças fraudulentas. Se um número de cartão de débito foi roubado, esse passo é duplamente importante. Não apenas porque isso significa que o dinheiro deixará sua conta a cada cobrança incorreta, mas também porque os cartões de débito não têm as mesmas proteções de recuperação dos cartões de crédito.

Passo 4a: atue com as agências de crédito

Você pode até obter um congelamento de crédito para impedir que alguém tente abrir uma conta em seu nome se estiver em risco de roubo de identidade.

Aproveite o seu direito a um relatório anual de crédito gratuito das agências de crédito. Ao escalonar os relatórios, fazendo um a cada quatro meses, você pode ficar de olho no seu rating de crédito ao longo do ano.

Etapa 5: considere usar cartões virtuais

Outra boa jogada é usar os cartões de débito virtuais que estão conectados à sua conta bancária real, mas não são seus cartões de débito reais.

Assim, você pode até criar um cartão de uso único para uma compra importante. É um serviço muito útil e, se o seu cartão for afetado por vazamentos, basta apagá-lo e começar de novo.

Respire tranquilamente

Grandes violações de banco de dados são ruins, mas são uma ocorrência comum, o que significa que não é uma questão de se você for atingido, mas quando. A boa notícia é que ser um pouco proativo pode ajudar a evitar as dores de cabeça causadas pelo roubo de identidade.

Quer se proteger contra violações de dados? Conte com a Future! Clique aqui e entre em contato conosco.

Fonte: ComputerWorld.

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