Riverbed e Versa se unem para expandir presença no mercado de rede definida por software

A Riverbed, empresa de performance digital, assinou um contrato global de fabricação de equipamentos originais (OEM) com a Versa Networks, combinando sua experiência, suporte e serviços globais com desempenho digital e segurança da tecnologia de rede definida por software (SD-WAN) da Versa. Esse acordo fortalece a presença da Riverbed no mercado de SD-WAN e expande seu alcance e capacidade para atender implementações corporativas de maior porte e complexidade, com a missão de ajudar as empresas a transformar redes e competir na era digital.

A Riverbed terá um portfólio ampliado de soluções SD-WAN vinculado ao Riverbed SteelConnect, que agora inclui a plataforma de software Secure Cloud IP da Versa Networks. A nova solução oferece alta escalabilidade, roteamento corporativo completo e para operadoras além de recursos avançados de segurança de rede, que complementam as soluções SD-WAN, aceleração de aplicações e gerenciamento de experiência digital da Riverbed. Dessa forma, a empresa passa a entregar uma família completa de ofertas que atendem às necessidades de organizações de todos os portes – desde o mid-market até os maiores players globais.

“A tecnologia da Versa complementa muito bem as soluções de SD-WAN, aceleração de aplicações e gerenciamento de experiência digital da Riverbed e será apoiada por nosso suporte e serviços nos quais os clientes já confiam. A expansão desse portfólio nos permite avançar ainda mais na competitividade do mercado, que inclui a maioria das empresas Fortune 2000, para que nossos clientes possam escolher a solução certa para transformar redes, ganhar agilidade e permanecer competitivos em suas respectivas indústrias”, explica Paul Mountford, CEO da Riverbed.

“A Riverbed atua em redes corporativas e desempenho digital e, com essa parceria, o objetivo da Versa é expandir o alcance global para grandes empresas, o suporte, serviços, experiência e performance, o que resulta em mais oportunidades para nossa companhia e uma oferta robusta para os clientes corporativos, ”afirma Kelly Ahuja, CEO da Versa Networks.

Desde o lançamento da solução SteelConnect, em 2016, a Riverbed aumentou sua base de clientes SD-WAN para mais de mil organizações em todo o mundo. A empresa continuou em um ritmo acelerado de inovação com a solução, introduzindo diversos recursos exclusivos, incluindo integração com o SteelCentral para visibilidade, e integração com a solução de otimização de WAN, o SteelHead. O SteelConnect fornece conectividade automatizada à “um clique” para Amazon Web Services (AWS) e Microsoft Azure, desenvolvido para ajudar os profissionais de TI a ganhar mais agilidade, desempenho e segurança em toda a empresa distribuída e híbrida. A Riverbed mantém a oferta do SteelConnect e aproveitará a tecnologia da Versa para implementações corporativas em larga escala, agora com um conjunto de soluções SD-WAN capaz de atender às diferentes necessidades de rede digital de qualquer organização.

As ofertas SD-WAN da Riverbed que utilizam o software Secure Cloud IP da Versa Network estarão disponíveis no segundo semestre de 2019.

A Riverbed, empresa de performance digital, permite que as organizações maximizem o desempenho digital em todos os aspectos de seus negócios, permitindo que os clientes repensem suas possibilidades. A Plataforma de Desempenho Digital unificada e integrada da Riverbed reúne uma poderosa combinação de soluções de Experiência Digital, Cloud Networking e Cloud Edge que fornece uma arquitetura de TI moderna para a empresa digital, oferecendo novos níveis de agilidade operacional e acelerando drasticamente o desempenho e os resultados do negócio.

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Fonte: Infor Channel.

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Novas tecnologias transformarão negócios em 2019

Em 2018, muito se falou sobre a transformação digital das tecnologias – desde Inteligência Artificial (IA), passando por Machine Learning (ML), nuvem híbrida, blockchain e chegando na Internet das Coisas (IoT). Segundo a Riverbed, empresa de performance digital, ao longo de 2019, esse assunto deve tomar um rumo mais definido, com menos destaque para as tecnologias e mais em como serão aplicadas para gerar mais impacto nos negócios.

As tecnologias que estão recebendo maior atenção nos dias de hoje – seja IoT, AI ou Blockchain – sem dúvida abrirão novas portas, mas a transformação real virá a partir das demandas dos clientes, que forçarão a integração dessas tecnologias para criar novos recursos que ainda não foram imaginados.

Da mesma forma que a realidade atual foi ativada por tecnologias e plataformas móveis e na nuvem, a convergência de Blockchain, IoT e Grid computing pode transformar a maneira como vivemos, trabalhamos e interagimos.

Na raiz desses casamentos tecnológicos estão os desejos dos clientes por mais flexibilidade, independente de fornecedor ou plataforma, com experiências simples e contínuas. “Esse impulso gera parcerias entre concorrentes para reduzir a complexidade resultante da integração de tecnologias, trazendo como grandes desafios a cibersegurança e a proteção de dados”, afirma Rosano Moraes, vice-presidente de Vendas da Riverbed para a América Latina.

As empresas também estão começando a perceber que todos esses dados recém-descobertos podem impactar no sucesso dos negócios – desde entender melhor seus clientes até na criação de novos fluxos de receita com base em métricas de valor. Mas primeiro, as organizações precisam entender profundamente os dados que possui e qual é seu valor potencial.

Em parte, o valor dos dados é liberado a partir do poder humano. A inteligência artificial e o machine learning serão fundamentais em 2019. Há uma necessidade crítica de investir em cientistas de dados que compreendam e saibam como gerenciar, alavancar e monetizar ao longo do caminho. Mas também há a necessidade de investir em energia da máquina.

Além da análise de dados, o gerenciamento de desempenho também entra em ação. As tecnologias digitais oferecem visibilidade do desempenho de cada aplicação e reconhecem os erros de forma mais rápida, permitindo que problemas de tráfego ou rede sejam solucionados antes de afetar os usuários, e detectar invasões antes que os danos possam ser causados.

A evolução das parcerias entre fornecedores, a interoperabilidade entre tecnologias e as relações entre empresas e seus clientes criarão novas práticas de negócios.

Do ponto de vista estratégico, as empresas devem compartilhar informações que geralmente mantêm em sigilo sobre novos produtos. Quando pensavam em longo prazo, as empresas tinham receio de dar pistas sobre o que estava por vir e, com isso, causar desinteresse dos clientes pela oferta atual. Mas agora, na era da nuvem, compartilhar a visão de futuro se tornou uma vantagem competitiva, que permite aos clientes pensar no futuro e planejar esta adoção de novos recursos.

“Esse é o momento em que as tecnologias das quais falamos tanto nos últimos anos finalmente começam a ter um impacto real. Seja em 5G, nuvem híbrida ou inteligência artificial, elas estão atingindo um ponto de maturidade onde a adoção começa a fazer sentido”, complementa Moraes. “Da mesma forma, os recursos que estão sendo liberados por meio de dispositivos, painéis de monitoramento de desempenho ou outras métricas ajudarão as empresas a melhorar toda a operação e não apenas o foco em eficiência e produtividade”, conclui.

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Fonte: IT Forum 365.

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Pure Storage apresenta novos serviços de dados em cloud

A Pure Storage anunciou o Pure Storage Cloud Data Services, um conjunto de novas ofertas que são executadas de forma nativa na nuvem da Amazon Web Services (AWS). Com esses novos produtos, os clientes podem investir em uma única arquitetura de armazenamento que une implantações de aplicações on-premise e na nuvem pública para transformar os dados em valor com flexibilidade de qualquer maneira e em qualquer lugar.

A mobilidade de aplicações corporativas, associada a tecnologias emergentes como AI (Inteligência Artificial), ML (Machine Learning) e análise profunda, aumentou exponencialmente a importância estratégica da infraestrutura. Aplicações de todos os tipos – tradicionais e emergentes – exigem cada vez mais acessibilidade de dados independente do local, e este fato impacta profundamente a infraestrutura.

As organizações modernas precisam de acesso em tempo real a todos e quaisquer dados, o que exige que as aplicações se movam livremente entre a nuvem privada e nuvem pública.

Historicamente, a falta de integrações estratégicas entre o armazenamento on-premise e a nuvem pública tem sido o principal inibidor da mobilidade de aplicações.

A demanda do cliente indica claramente que uma arquitetura de nuvem híbrida unificada é o melhor modelo para trazer agilidade à empresa moderna. Hoje, as organizações muitas vezes são forçadas a escolher entre locais específicos ou a nuvem, enquanto o melhor caminho para a inovação e a eficácia operacional vem de uma estratégia híbrida – uma arquitetura que fornece acesso a todas as nuvens.

O Pure Storage Cloud Data Services é um novo conjunto de recursos projetados para executar o software da Pure Storage nativamente na nuvem da AWS. Os serviços incluem:

Cloud Block Store para AWS – Armazenamento em bloco de dados de produção executado nativamente na nuvem da AWS. Projetado para permitir que aplicações essenciais funcionem perfeitamente na nuvem, o Cloud Block Store permite a mobilidade híbrida e adiciona novos serviços de armazenamento a aplicações da Web. O Cloud Block Store agora está disponível em versão beta pública limitada na plataforma da AWS.

CloudSnap para AWS – Proteção de dados baseada na nuvem, incorporada do Pure FlashArray. O CloudSnap permite que os snapshots do FlashArray sejam facilmente enviados ao AWS S3 storage, o que permite uma proteção econômica na nuvem, além de uma recuperação flexível tanto no on-premise quanto na nuvem. O CloudSnap agora está disponível para uso com a plataforma da AWS.

StorReduce – Tecnologia de duplicação nativa em nuvem, projetada para permitir backup de maneira rápida, simples e econômica para AWS S3 storage.

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Fonte: IP News.

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Symantec expande cloud no país e promete máxima proteção e performance

Três soluções chave fazem parte da expansão da nuvem da Symantec no Brasil: WSS (proxy na nuvem), Web Isolation e Cloud SOC (Casb). Agora hospedadas em território nacional, elas protegem ainda mais a navegação web e o uso de nuvem dos clientes. Com a estratégia, a empresa sinaliza que a latência é uma questão importante e perceptível com foco no oferecimento de segurança com mais performance.

Felippe Barros, especialista em Segurança em Cloud da Symantec, destaca que a nuvem acelera bastante os negócios e que segurança é um fator muito importante porque estimula ingresso das empresas na nuvem, quebra o ceticismo e viabiliza a mudança de modelos de negócio.

Segundo ele, a Symantec fez expressivo investimento na jornada de cloud e para isso, desde 2016, adquiriu nada menos do que 15 empresas para aprimorar a segurança e ampliar o oferecimento de serviços de nuvem. O Brasil, prossegue, representa um mercado valioso para a corporação, o que justifica o recente investimento em expansão da nuvem no País.

Além disso, de acordo com o especialista, já se percebe movimentação por aqui para substituir o modelo on-premise por nuvem, com o objetivo de reduzir custos com infraestrutura, facilitar o gerenciamento, minimizar o esforço operacional e liberar espaço valioso dentro das empresas. “Sem contar com o benefício da escalabilidade, agilizando e simplificando a expansão da infraestrutura a um clique”, diz.

Barros acrescenta ainda que um outro forte motivador para ampliação da demanda pela nuvem com mais segurança no Brasil é a Resolução do Banco Central do Brasil (Bacen) 4658, que dispõe sobre a política de segurança cibernética e requisitos para a contratação de serviços de processamento e armazenamento de dados e de computação em nuvem.

“Essa resolução requer que clientes do segmento financeiro tomem medidas de segurança e informem o uso de nuvem pública fora do Brasil. Conquistamos muitos clientes nos segmentos financeiro, varejo e governo, que já estão consumindo bastante esses serviços. Com a nossa plataforma aqui no país, os clientes ficam mais tranquilos e confiantes.”

Em linha com a nova era

“Estamos investindo na segurança para um público hiperconectado, que exige conectividade todo o tempo, flexibilidade, que quer trabalhar em home office tendo as mesmas segurança e performance de quando está trabalhando na empresa”, diz Barros.

E acrescenta ter consciência de que a Symantec é um importante agente da transformação digital, considerando que sem segurança não há avanço para a nuvem, e sem nuvem não há mobilidade.

“A segurança da informação é um grande habilitador de negócios. E, para isso, estamos focados na experiência do usuário, esteja ele onde estiver.”

As vedetes da expansão

  • WSS – O Symantec Web Security Service é um serviço de segurança da rede fornecido na nuvem que impõe uma segurança abrangente na Internet, assim como políticas de conformidade dos dados, não importando o local ou o dispositivo. Permite às empresas controlar o acesso, proteger usuários contra ameaças e proteger seus dados confidenciais.
  • Web Isolation – A ferramenta impede ameaças de malware e de phishing, melhorando as soluções de segurança dos parceiros de OEM, como gateways da Web e de e-mail seguros. A tecnologia executa sessões da web longe de endpoints, enviando apenas informações de renderização segura para os navegadores dos usuários. Elimina spear-phishing e roubo de credenciais.
  • Cloud SOC (CASB) – Controla as transações do usuário em tempo real para aplicativos na nuvem sancionados e não sancionados, protege e controla dados, protege contra ameaças com análise extensa do comportamento do usuário, integra com controles de acesso e criptografia de dados e investiga e responde a incidentes de segurança.

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Fonte: Computer World.

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Dynatrace anuncia função Management Zones para enfrentar desafios de software Multi-Cloud

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, anuncia a Management Zones, uma função pioneira na indústria com capacidade para prover insights e acessos a dados baseados nos perfis dos usuários. A plataforma de inteligência de software da Dynatrace coleta dados relacionados a performance de todas as tecnologias envolvidas em sistemas e em ambientes com dinâmica Multi-Cloud para que as organizações possam assegurar que cada usuário visualize a informação que precisa para melhorar índices de produtividade sem comprometer a segurança.

A função Management Zones, da Dynatrace, identifica automaticamente informações da camada de orquestração e entrega autorizações dinâmicas baseadas no acesso à plataforma em Cloud (Nuvem). A partir dos serviços de computação em Nuvem Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure, Kubernetes, Pivotal Cloud Foundry, Google Cloud Platform, OpenShift, SAP Cloud Platform e VMWare, a Dynatrace permite que as organizações visualizem toda a sua estrutura de de dados, de forma que faça sentido para os negócios.

Essa aplicação é fundamental para os dias atuais. Cada empreendimento é praticamente um negócio de software, com programas e aplicações sendo disseminados rapidamente pela organização. Nos ambientes Multi-Cloud, há geralmente milhões de sistemas dependentes em ambientes complexos. A Management Zones proporciona para as equipes de desenvolvimento e operação um atalho em meio a essa complexidade, possibilitando aos profissionais dedicarem atenção exclusiva aos insights mais relevantes para o melhor desempenho das empresas. Isso significa que diferentes equipes podem ainda colaborar efetivamente em um contexto holístico.

“A organização do software é desenvolvida, gerenciada e operada por milhares de pessoas. Portanto, é crítico para a performance ter insights personalizados para cada consumidor. Organizações precisam garantir que as equipes continuem colaborando para desenvolver e gerenciar grandes estruturas de tecnologia, sem que sejam distraídas por dados desnecessários”, diz Steve Tack, Vice-Presidente Sênior de Product Management na Dynatrace.

O executivo acrescenta que “as empresas também precisam garantir que, ao oferecerem software de inteligência para um amplo grupo de pessoas na organização, a segurança não seja comprometida. Há todo tipo de equipes internas e externas trabalhando em lançamentos e atualizações, incluindo terceiros, o que significa que será necessário restringir o acesso ao que for relevante para o indivíduo. O delicado equilíbrio nos dias atuais é garantir que os times de desenvolvedores e operadores sejam empoderados com a correta visibilidade dos dados. Mas, só é possível definir permissões com tamanha complexidade e monitorar sua efetividade se houver Inteligência Artificial no centro do monitoramento das soluções de performance – fazer isso manualmente está simplesmente fora da realidade”.

A função Management Zones já está disponível dentro da plataforma de inteligência de software da Dynatrace. Clique aqui para ter acesso a um período de demonstração gratuita. A Dynatrace já está apresentando a nova oferta aos clientes.

Sobre a Dynatrace

A Dynatrace redefiniu como monitorar os ecossistemas digitais de hoje. Baseado em Inteligência Artificial, full stack e completamente automatizado, é a única solução que fornece respostas, não apenas dados, com base em uma visão profunda de cada usuário, cada transação, em todas as aplicações. As principais marcas do mundo, incluindo 72 da Fortune 100, confiam na Dynatrace para otimizar as experiências dos clientes, inovar mais rapidamente e modernizar as operações de TI com total confiança.

Sua empresa enfrenta desafios de software Multi-Cloud? Quer conhecer a função Management Zones? A Future é parceira Dynatrace e pode lhe ajudar! Clique aqui e entre em contato conosco!

Fonte: SEGS.

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Pressa em inovar coloca em risco a experiência do consumidor, dizem CIOs de empresas do setor financeiro

A corrida por lançamentos de novos serviços no setor financeiro não é algo que agrade aos CIOs e executivos de TI da área. Segundo pesquisa global divulgada pela Dynatrace – empresa especializada em inteligência de software – 77% desses profissionais afirmam que a necessidade de agilidade em inovação digital tem colocado a experiência do consumidor final em risco.

Elaborado a partir de entrevistas com 249 CIOs (Chief Information Officers) de empresas do setor de serviços financeiros, o estudo mostra que as organizações lançam, em média, duas atualizações de software a cada hora de trabalho, em um contínuo esforço para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 90% dos CIOs entrevistados afirmaram que vão precisar atualizar sistemas de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Praticamente dois terços (65%) dos executivos consultados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência do consumidor em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

No levantamento, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações do setor financeiro à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa apurou que a computação em nuvem, por exemplo, permite agilidade, mas CIOs do setor financeiro enfrentam dificuldades para:

  • Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (69%);
  • Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%)
  • Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (57%)
  • Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%)
  • Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (52%)

O estudo também identificou que falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação. Para 78% dos CIOs de serviços financeiros entrevistados, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente.

Os executivos do setor financeiro afirmam que iniciativas de transformação digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (41%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (56%) ou por mudanças internas (49%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

  • 74% das organizações do setor implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade.
  • Para 77% dos CIOs do setor, os esforços com DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”.
  • 59% dos CIOs do segmento identificaram diferenças entre as prioridades dos silos departamentais como uma barreira adicional à adoção de DevOps.

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Fonte: TI Inside.

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Transformação digital: Sua empresa está pronta para a jornada de dados?

Nos últimos anos, o número de dispositivos conectados cresceu exponencialmente e a tendência é que aumente ainda mais: a BI Intelligence, setor de pesquisa da Business Insider, estima que serão 34 bilhões deles até 2020. Se unirmos a essa informação o fato de que aplicações na nuvem, virtualização de serviços, digitalização de processos, entre outras tecnologias, também desbravam caminhos em diferentes mercados, fica mais fácil entender o segundo estágio da transformação digital: a jornada de dados.

A primeira fase da transformação digital tem como foco a massificação da comunicação digital, o aumento da mobilidade e o uso de novas tecnologias para ganhos de eficiência e produtividade. Esses novos ambientes acabam gerando muitos dados, no entanto, boa parte das empresas ainda não utilizam o valor dessas informações, mas tendência é que esse cenário mude: o Gartner aponta que 60% das empresas vão explorar novos modelos econômicos até 2020; modelos que talvez ainda não existam, mas que surgirão a partir dos dados.

Além disso, estima-se também que, em 2020, o universo digital chegará a 40 trilhões de gigabytes, ou seja, serão de 5,2 mil gigabytes de dados para cada pessoa no mundo todo, de acordo com a IDC.

Nesse contexto, é necessário garantir que o fluxo dos dados ocorra de maneira estruturada para que as informações passem a ser ainda mais relevantes para tomar decisões, maximizar vendas e melhorar a experiência do cliente. O primeiro passo, então, é entender a jornada de dados, que é dividida em seis fases:

Coleta

É o momento de recolher os dados dentro da infraestrutura, que pode ser composta por sistemas, dispositivos de IoT, nuvem e uma série de outras fontes de informação.

Transporte

É feito por soluções de conectividade entre os usuários ou dispositivos e aplicações, utilizando a diversidade de meios existentes, como LAN, WLAN, 4G/5G, rede privada, internet, satélite, e outros.

Proteção

O transporte dos dados precisa ser feito de maneira segura pelos diferentes caminhos e destinos – internet, nuvem, de um ambiente público para privado, etc – o que demanda um forte e diverso aparato de segurança da informação e mitigação de riscos, adequado a cada ambiente no qual o dado está momentaneamente. A segurança também precisa ser escalável para milhares de pontos de conectividade, já que a mobilidade dos usuários expande ou elimina os limites da infraestrutura.

Armazenamento e processamento

Os dados devem ser encaminhados para locais que permitam processamento, utilizando plataformas privadas ou serviços de infraestrutura, como nuvem, por exemplo. Até aqui, uma estratégia integrada de transporte e proteção de dados é fundamental.

Análise dos dados

Quando todos os estágios citados acima foram feitos de maneira correta, parte-se para a análise, que é fundamental para o negócio. Aqui começam as aplicações de ciência de dados, big data, inteligência artificial e soluções digitais, que extraem informação e insights estratégicos do dado – que antes era bruto e descontextualizado – e trazem maior inteligência e novas aplicações para suportar diferentes áreas do negócio.

Compartilhamento

Por fim, as equipes devem trabalhar de forma colaborativa para encontrar soluções holísticas, a partir da análise das informações. Garantir que a comunicação com clientes e times internos ocorra de maneira contínua e colaborativa, e façam uso dos dados para desenvolver novos projetos e iniciativas é o resultado que se espera.

As empresas ainda estão em processo de amadurecimento dessa visão integrada da jornada de dados, muitas vezes, ainda focadas na otimização de um ou dois desses estágios – ritmo comum em um processo de aculturamento e ganho de maturidade. Mas, invariavelmente, o futuro digital vai requerer proficiência e um planejamento estratégico para integrar todos esses estágios. A jornada é longa. Mas não há como olhar para trás.

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Fonte: Canal Tech.

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Backup: a importância das cópias de segurança

No mundo da segurança da informação, uma das melhores práticas para evitar uma possível emergência inclui a implementação de um plano de backup e recuperação de dados. É fundamental fazer cópias de segurança como medida prévia para enfrentar incidentes, pois a perda de informações pode ser causada pela falha de um dispositivo ou sistema físico, por erro humano, código malicioso ou ataque cibernético.

De acordo com uma pesquisa recente da ESET, 87% dos usuários fazem backup de suas informações, principalmente em HDs externos e depois na nuvem, escolhendo prioritariamente documentos de trabalho ou estudo, fotos e senhas. Entre as principais razões, 32% dizem que é por medo de defeito ou erro de hardware, 21% por roubo de informação e 20% por informação corrompida.

Por outro lado, entre os usuários que não realizam backup, 72% mencionaram que isso se deve ao esquecimento e, por não saber fazê-lo, 78% perderam informações e 31% perderam dinheiro.

À medida que as ameaças evoluem, a resposta e a recuperação de incidentes prendem cada vez mais a atenção dos defensores cibernéticos de organizações e equipes. De fato, o cenário de ameaças dá a impressão de estar em constante crescimento e, dada nossa dependência em tecnologia, ter um plano de resposta para quando estivermos diante de situações de risco nunca foi tão importante quanto agora.

Em relação às organizações, os incidentes de segurança da informação apresentam um número expressivo de desafios específicos tanto para detecção como para recuperação. Pode ser que a falha e a extensão do dano causado não sejam imediatamente identificadas ou o momento em que a intrusão ocorreu não é evidente em um primeiro momento.

Por outro lado, o risco de se espalhar para outros sistemas é um dos desafios específicos percebidos nos incidentes de segurança cibernética. Seja qual for a causa, a organização precisa restaurar a dinâmica natural de suas operações, e a reconstrução de dados corrompidos ou perdidos, especialmente dados críticos de negócios coletados em um backup, pode representar a sobrevivência da empresa.

Existem vários meios de armazenamento que permitem fazer backup dos dados. Neste ponto, o espaço físico onde o backup está armazenado também deve ser seguro. Os usuários domésticos podem optar por diversas opções.

– Disco rígido – Ter um disco apenas para este fim é uma boa pedida. O ideal é que seja um HD externo, mas caso seja interno, ele deve ser fisicamente diferente daquele usado para iniciar o sistema operacional.

– Dispositivo de armazenamento USB – É aconselhável usar um pen drive exclusivamente para backups, no entanto, é importante ser cuidadoso, pois eles podem ser frágeis ou facilmente perdidos devido ao seu tamanho.

– Meios óticos (CD/DVD/BLU-RAY) – Estes são mais suscetíveis a danos físicos, como arranhões, que podem corromper os dados. Recomenda-se armazenar as informações em mais de um meio ótico, no caso de ocorrer alguma falha.

A Future possui soluções de alta disponibilidade, que visam deixar seus dados disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana. Conheça nossas soluções de Disponibilidade clicando aqui.

Fonte: Administradores

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Entenda o que é segurança da informação e reduza riscos empresariais

A segurança da informação e a segurança de dados são medidas importantíssimas para qualquer empresa. Porém, nem todo gestor compreende exatamente o que a segurança da informação engloba e por que ela é tão importante. Eis a resposta: toda empresa lida diariamente com informações confidenciais. Normalmente, esses dados são importantíssimos e vitais para o bom funcionamento dos processos internos e externos. Essas informações transitam por toda a empresa e precisam ser manuseadas com cuidado.

O comprometimento desses dados, afinal, pode ser catastrófico. Temos diversos exemplos na mídia de empresas que sofreram com ataques digitais. De hackers que sequestram dados essenciais para suas operações até ataques que vazam dados pessoais e financeiros de usuários. Não há poucas razões para ficar preocupado com a segurança da informação.

O que é segurança da informação?

A segurança da informação diz respeito à proteção de dados sensíveis, confidenciais ou simplesmente importantes para uma empresa. Seu objetivo é preservar o valor desses dados e manter sua integridade.

A informação digitalizada, hoje, está presente em todas as empresas. Contendo dados essenciais para os processos, essas informações precisam ser protegidas de maneira eficiente e conveniente.

A segurança da informação baseia-se em três características básicas para garantir essa proteção:

· Confidencialidade: a informação não pode ser divulgada para nenhum usuário, entidade ou processo que não esteja autorizado a acessá-la;

· Integridade: a informação não poderá ser alterada ou excluída sem autorização;

· Disponibilidade: as entidades, usuários ou processos autorizados possuem acesso às informações sempre que necessário.

 

Quais são as ameaças para os dados de uma empresa?

A segurança da informação pode proteger os dados de uma empresa contra diferentes tipos de ameaças . Um plano eficiente de segurança contempla variados cenários e protege os dados reduzindo o maior número de vulnerabilidades possível. Entre elas:

· Software: os programas usados podem apresentar erros e falhas que comprometem os dados. Por exemplo, bugs nas permissões de usuários;

· Hardware: problemas de instalação, drivers que não funcionam corretamente ou até mesmo dispositivos obsoletos comprometem a disponibilidade dos dados. Por exemplo, uma falha no disco rígido pode causar a perda de informações importantes;

· Comunicação: os meios de transmissão dos arquivos e dados podem apresentar falhas de segurança que possibilitam o acesso não autorizado aos dados. Por exemplo, uma rede não protegida está exposta a hackers, permitindo captura de senhas de acessos a sistemas críticos.;

· Armazenamento: a forma usada para guardar os dados também pode apresentar riscos. Por exemplo, um backup de dados gravado em um CD não apresenta confiabilidade, já que esse tipo de mídia é facilmente destruída e não tem funcionalidades de permissões de acesso;

· Fator humano: as próprias pessoas podem apresentar riscos para os dados, tendo ou não más intenções. A falta de preparo de um usuário pode causar sérios problemas.

Como a segurança da informação reduz os riscos empresariais?

Estabelecer uma política de segurança da informação é essencial em todas as empresas modernas. Essa política vai definir diretrizes a serem seguidas por todos os membros da organização, ou seja, boas práticas para evitar o comprometimento ou uso indevido dos dados.

Uma equipe de profissionais de segurança da informação capacitados pode proteger uma empresa de diversas maneiras. Em geral, a segurança da informação será aplicada a partir de dois pontos de vista:

· Segurança física: a informação pode ser digital, mas está armazenada em algum equipamento físico. Portanto, a segurança da informação também considera a prevenção de riscos, como incêndios, relâmpagos, alagamento, acesso indevido aos equipamentos, forma inadequada de tratamento e manuseio, entre outros fatores;

· Segurança lógica ou cibersegurança: a segurança lógica é aplicada aos sistemas digitais e arquivos. Engloba a proteção contra vírus, acessos remotos à rede, backup desatualizados, violação de senhas, furtos de identidade, entre outros. É bastante conhecida como proteção contra ataques, mas é importante lembrar que também diz respeito a prevenção contra erros não-intencionais, como remoção acidental de arquivos importantes.

Como considera todo o panorama da empresa e do sistema de dados disponíveis, a segurança da informação é capaz de prevenir problemas e reduzir consideravelmente os riscos empresariais. Uma boa política de segurança contempla todos os cenários possíveis, mas sem comprometer a disponibilidade. É preciso proteger os dados, mas eles ainda precisam ser facilmente acessados por usuários e processos autorizados, para não comprometer a eficiência da empresa.

Fonte: Terra

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Conselho estabelece diretrizes para segurança da informação

Foi instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na última quinta-feira (7/12), a Política de Segurança da Informação (PSI) voltada à proteção das informações, que devem permanecer íntegras, disponíveis, ou resguardadas adequadamente, quando necessário. A Portaria n. 47/2017, assinada pela Secretaria-Geral do Conselho, foi publicada na edição 205/2017, do Diário da Justiça Eletrônico.

Os procedimentos relativos à segurança da informação, assim como a promoção da cultura de segurança e a implementação de programas de conscientização e capacitação dos usuários, previstos na PSI, serão propostos pelo Comitê Gestor de Segurança da Informação, assessorado pelo Departamento de Tecnologia da Informação (DTI).

Entre as atividades previstas estão campanhas de divulgação, na intranet, voltadas para o aprimoramento dos trabalhadores do órgão em relação à segurança digital e a aquisição de soluções para detecção de ameaças avançadas.

A medida servirá, ainda, para aprimorar o trabalho de proteção contra os ataques de hackers.

Também caberá ao Comitê estabelecer critérios de classificação dos dados e informações, a fim de que sejam garantidos os níveis adequados de segurança.

“Qual o tempo adequado para manter dados armazenados em fitas de backup ou quais documentos devem ser resguardados de maneira sigilosa ou privativa? Essas, por exemplo, são algumas questões que serão resolvidas por essas diretrizes e deverão ser seguidas”, afirma o diretor do Departamento de Tecnologia da Informação do CNJ.

Ele também  explicou, que a PSI define processos de tratamento para diversas situações, como incidentes de rede, de continuidade de serviços essenciais, e de gestão de risco, em nível macro. Mas, nas áreas específicas, serão estabelecidos os processos de gerenciamento relacionado à segurança da informação. Ele citou como exemplos que ainda serão institucionalizados o Plano de Continuidade de Serviços da TI e a Política de Gerenciamento de Risco.

 

Fonte: Folha Nobre

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