Ransomware: 10 dicas para reforçar a proteção contra esse ataque

ransomware é mais uma de tantas ameaças a que uma empresa deve estar atenta constantemente. Sua diferença, porém, é que seu impacto é maior que o de outras ameaças, podendo dificultar muito o trabalho do departamento de TI, e gerar grandes prejuízos para a organização. 

Depois do ataque, o sistema rapidamente é controlado pelos invasores, sendo quase impossível remover esse malware. Por conta disso, se apresenta como um grande risco para qualquer corporação, seus dados, usuários e parceiros. 

Para entender melhor o que é um ransomware, como funciona e como evitá-lo, fique atento. Descubra abaixo como se proteger contra essa ameaça e verificar se sua companhia se encontra segura.  

O que é ransomware?

De maneira bastante breve, é possível definir o ransomware como um tipo de malware muito perigoso para as companhias. A explicação para isso está em sua rapidez de acesso, bem como na forma como ele atua no sistema de uma organização. Basicamente, o programa ameaça bloquear ou até mesmo publicar os dados da vítima. 

Obviamente, o grau de preocupação pode variar de acordo com o desenvolvedor do software. Alguns podem ser menos desenvolvidos, de forma a ser possível reverter alguns dos danos. Em outros casos, entretanto, essa solução não funciona, deixando a empresa nas mãos dos invasores. É comum, por exemplo, que seja pedido um resgate para a devolução da informação.  

Qual a ação do ransomware?

A forma de atuação de um ransomware é bastante similar à de tantos outros vírus aos quais uma companhia está suscetível. Sua porta de entrada, em geral, são e-mails de phishingspamdownloads mascarados e demais técnicas já conhecidas. O problema, porém, aparece logo após o arquivo ser aberto.  

A partir deste momento, o programa consegue, em poucos segundos, iniciar seu processo de criptografia. Dessa forma, não há tempo hábil para reverter a situação ou entrar em contato com especialistas do departamento de TI. Em pouco tempo, seus dados já estão nas mãos dos bandidos, não havendo muito que se possa fazer. Por conta disso, o mais indicado é investir na prevenção desses ataques.  

Impactos causados por ransomwares

Assim que se instala em um sistema, são diversas as maneiras que o ransomware pode complicar a operação de uma empresa. Esses impactos, então, dependem do objetivo do ataque, bem como da efetividade do malware. De qualquer forma, apenas o risco desses efeitos já assusta qualquer pessoa. Entre eles, pode-se citar, por exemplo: 

  • Perda de dados, documentos e arquivos de uma empresa, temporária ou permanentemente; 
  • Desligamento completo de toda a operação de uma companhia; 
  • Prejuízo financeiro devido à inativação das operações, do acesso ao sistema como um todo, e eventuais multas impostas pelas regulamentações de proteção de dados; 
  • Grandes gastos a fim de mitigar ou reverter os problemas causados pela invasão; 
  • Impacto direto na reputação da organização, afetando sua imagem perante o mercado, seus parceiros e consumidores. 

Como reforçar a proteção contra ransomwares?

Mais importante do que entender o funcionamento desse vírus é compreender como se proteger contra ele. Assim, é interessante investir em formas de garantir a segurança tanto de sua companhia, quanto de suas informações. 

Para isso, diversas são as técnicas que podem ser utilizadas, indo desde as mais simples às mais desenvolvidas. As mais indicadas, entretanto, são as que seguem.  

Antispam

Como dito anteriormente, uma das principais portas de entrada para um ransomware é o correio eletrônico. Com a constante sofisticação dos ataques phishing, é fundamental contar com uma ferramenta avançada antispam, que é a responsável por bloquear ataques deste tipo. Historicamente este controle reduz de forma significativa o risco deste tipo de ataque e, consequentemente, de uma infecção por ransomware

Proteção Web

Na maioria das vezes o ransomware entra na empresa através do acesso de um usuário a um link na Internet (normalmente contido em um e-mail phishing).  

Adicionalmente, uma vez instalado, normalmente, o ransomware busca comunicação com o atacante através de servidores externos. Esta comunicação serve para avisar que o ataque foi bem sucedido e evadir as informações roubadas.  

Assim, proteger a comunicação com a Internet é fundamental para reduzir eventuais impactos relacionados ao roubo das informações e, por vezes, impedir a própria instalação do software malicioso. 

Desta forma, contar com uma ferramenta especializada em proteção web é crucial para aquelas empresas preocupadas com este tipo de ataque. 

Perímetros de rede

Outro ponto a se atentar na hora de investir na proteção de sua empresa é o perímetro de rede. Para isso, se faz necessário, já de início, desenvolver políticas bem definidas.  

Junto a isso, sugere-se a utilização de uma rede isolada para os servidores, criando um limite de separação entre as redes internas e externas. Além disso, a fim de se proteger contra o ransomware, indica-se também a concepção de uma DMZ (Demilitarized Zone) para serviços publicados na internet. 

Firewall

Outro fator a se considerar com o objetivo de garantir a segurança de seus dados é investir em um firewall de borda. Por meio deste, se faz possível bloquear portas externas, em especial as que dão acesso ao sistema.  

Este pode trabalhar junto a um antimalware, reforçando ainda mais sua atuação. Esses são bloqueios que impedem ou retardam a entrada dos arquivos indesejados e evitam que seus dados sejam afetados. Para um melhor resultado, defina políticas avançadas de bloqueio para IPs maliciosos.  

Atualizações do sistema operacional

Assim como tudo no ambiente digital, os ransomwares evoluem e se atualizam, se tornando cada vez mais capacitados a invadir seu ambiente. Com isso em mente, se faz interessante manter o seu sistema operacional, da mesma forma, sempre atualizado. 

Em geral, os updates são disponibilizados pelo próprio fornecedor, já contendo níveis mais altos de proteção. É importante mencionar, porém, que todos os equipamentos devem ser atualizados e os sistemas antigos descontinuados para que a medida tenha efeito. 

Antimalware

Seguindo a lógica dos tópicos acima, uma boa forma de complicar a entrada de arquivos maliciosos é investir em um bom software antimalware. Este, porém, não pode ser qualquer ferramenta disponível no mercado, mas sim uma com capacidade comprovada.  

Outro ponto a se analisar é se este apresenta, de fato, proteção conta ransomware. Alguns sistemas muito utilizados não contam com essa defesa, em especial em suas versões gratuitas. Assim, instale um antimalware em todas as máquinas da empresa e confirme sua proteção contra ataques externos.   

Interconexão

A precaução deve ser sempre considerada quando se fala de internet, e isso inclui a comunicação entre seus próprios equipamentos. Com isso, o mais indicado é que toda a interconexão entre usuários e a rede da companhia seja feita através de VPN. 

Todos esses dispositivos devem seguir a política de segurança da organização, incluindo os de propriedade da companhia e dos funcionários. Se um destes, afinal, é infectado e se conecta ao sistema empresarial, causa os mesmos riscos que os demais.   

Políticas de segurança

Falando das políticas de segurança, se faz preciso entender que estas devem conter todas as regras para que haja uma correta proteção corporativa. Assim, devem constar nas normas os mais diversos aspectos da proteção digital, que vão de senhas fortes à redução de privilégios administrativos.  

Outras mudanças aconselháveis e fáceis de se aplicar são a troca constante das senhas e o bloqueio por tentativas de acesso. Por meio destas ações, fica mais fácil garantir a defesa de uma empresa.  

Capacitação de pessoas

De nada adianta, porém, toda a equipe de TI entender a situação e se precaver se os demais colaboradores não fizerem sua parte. Por isso, é preciso, também, investir em treinamentos e capacitações a respeito do tema. 

Todos dentro de uma organização devem estar cientes dos riscos de suas atitudes, bem como dos efeitos que estas podem ter. Muitas vezes, a falta de conhecimento é o que causa a entrada do ransomware, em especial por maneiras simples de se evitar. 

Backup

Nesse tipo de situação, todos os cenários devem ser considerados, inclusive um em que o ataque, de fato, ocorra. Para isso, a empresa deve ter a certeza de que seus dados não sejam perdidos, jogando anos de trabalho fora.  

Nada melhor, então, do que possuir um backup constante dos dados hospedados em seu ambiente. Outra boa ideia é apostar em um plano de disaster recovery (recuperação de desastres)

DNS

Em adição a tudo o que foi descrito acima, atuar com um servidor de DNS — Domain Name System — seguro auxilia muito no processo. Para isso, é possível contar com auxílio de terceiros realizando parcerias com fornecedores especialistas.  

Dessa forma, é simples garantir sua segurança no acesso aos sistemas corporativos. É esse fator, por exemplo, que evitará o aparecimento de domínios suspeitos na rede interna. Estes, aliás, se apresentam como uma das principais portas de entrada do ransomware nas companhias.   

Auditoria de segurança

Por fim, se faz preciso também garantir que todos os passos acima sejam seguidos de maneira correta. Para isso, o ideal é realizar auditorias constantes e profundas em toda a atuação e estrutura da organização. 

Esse processo pode ser feito de forma interna, mas sugere-se, também, sua realização externa, por meio de consultorias especializadas. Estas, então, terão mais liberdade, autonomia e conhecimento para analisar todo e qualquer ponto que possa se apresentar como um risco para a empresa. 

Saiba mais sobre proteção contra ransomware com a Future

Grande parte dos especialistas considera o ransomware como uma das principais ameaças a uma empresa. Dessa forma, se proteger contra esse malware é vital para o sucesso e o crescimento de um negócio. Para isso, porém, o mais indicado é contar com parceiros capacitados e que te auxiliem em todo esse processo.  

Com mais de 20 anos de atuação no mercado de segurança da informação, a Future é a escolha ideal para você. A empresa traz confidencialidade, integridade, disponibilidade e conformidade para qualquer projeto que precisar. Mais do que isso, possui o conhecimento e a experiência necessários para te ajudar de forma totalmente eficaz. 

Assim, você terá ao seu lado não somente um parceiro, mas toda uma equipe empenhada em proteger sua empresa e lhe apoiar operacional e estrategicamente. E, em momentos como o atual, em que os ataques são cada vez mais comuns, esse é o suporte que você precisa para se manter competitivo no mercado.  

Ficou interessado? Entre em contato com um especialista da Future para mais informações. 

A importância de proteger seu backup contra ransomwares

A cada dia fica mais evidente a necessidade e a importância das corporações investirem na segurança e proteção de seus arquivos digitais, já que a menor falha na segurança dos dados pode causar imensos prejuízos. 

Quando criminosos realizam tentativas de invasão aos sistemas, é fundamental contar com um sistema eficiente de backup e, assim, evitar danos substanciais. Mas isso de nada adianta se seu backup não possuir mecanismos de proteção contra ransomwares

O sequestro de dados

ransomware é um software malicioso que tem o intuito de invadir sistemas e sequestrar informações vitais para o funcionamento de empresas e órgãos públicos. 

Em ataques desse tipo, os criminosos bloqueiam os dados através de criptografia para torná-los inacessíveis para seus próprios donos e, em seguida, cobram um resgate para devolver o material. 

A palavra “ransom” deriva do inglês e é o equivalente à nossa palavra “sequestro”: um roubo que ainda exige da vítima um pagamento para recuperar o que lhe foi levado. 

Um dos ransomwares mais conhecidos entre os especialistas de TI é o Defray777, que já causou grandes prejuízos em empresas privadas e órgãos governamentais, como o STJ no Brasil, o Departamento de Transporte do Texas e a empresa IPG Photonics, que tem contrato com o exército dos Estados Unidos. 

A IPG, por exemplo, não tinha o preparo e a segurança necessários para esse ataque e precisou pagou para os sequestradores pela recuperação de seus dados, já que uma vez criptografados, é impossível recuperá-los. Já na invasão ao STJ, ocorrida no final de 2020, felizmente havia backup contra ransomware

Formas de proteger suas informações contra ransomware

Um ransomware é capaz de se alojar em computadores depois de o usuário clicar em arquivos infectados, que podem estar em links enviados por e-mail, arquivos em anexo e até mesmo em sites que, para leigos, podem ser considerados completamente inofensivos. 

Assim, a primeira maneira de evitar ataques de sequestro de dados é implementar protocolos de segurança mais rígidos nas empresas. A capacitação de colaboradores para identificar documentos e links suspeitos é um excelente primeiro passo, mas não é a única medida a ser tomada, pois até mesmo o melhor aluno pode virar uma vítima. 

Proteger a rede com sistemas capazes de identificar, bloquear e acabar com ameaças antes que elas sejam capazes de criar problemas também é de suma importância, assim como o uso de criptografia de dados em repouso e em trânsito. 

Mas mesmo com tudo isso, o atacante pode ter sucesso e daí surge a importância de um sistema de backup. Em casos de falha nas barreiras de segurança, as cópias são perfeitamente capazes de restaurar a integridade dos materiais sequestrados. 

Por que usar o backup?

Os ataques virtuais estão cada vez melhor planejados. Alguns tipos de ransomwares sequer precisam de cliques ou downloads de arquivos executáveis. 

Os criminosos já usam documentos em javascript, que conseguem ultrapassar as medidas de segurança sem emitir alertas de arquivo suspeito ou mesmo precisar de permissão de administrador para executar. Felizmente, as ferramentas de proteção são constantemente atualizadas e normalmente conseguem acompanhar as inovações dos crimes cibernéticos. Mas e quando elas não são suficientes? 

Nesses casos, o backup é o último recurso, protegendo tanto contra ciberataques quanto acidentes ou erros humanos. Ele permite que, em caso de ataques, os arquivos possam ser recuperados, evitando assim maiores prejuízos, paradas inesperadas no sistema e no fluxo de trabalho da empresa. 

Como proteger seu backup

O aumento de casos de invasões por cibercriminosos não modifica os antigos requisitos para backup, mas enfatiza a necessidade de manter as práticas de proteção e recuperação de arquivos importantes. 

A perenidade e a constância no backup com gravação única e leitura múltipla auxilia a manter os dados íntegros, uma vez que ao usar esse recurso, os dados não podem ser apagados, alterados ou substituídos.  

Além disso, políticas de aplicação e retenção garantem que não exista a possibilidade de alguma pessoa apagar arquivos de forma mal intencionada. Adicionalmente, manter as práticas recomendadas de segurança também dificulta o acesso de hackers aos dados retidos. 

Como melhorar a estratégia de backup

Na estratégia de backup contra ransomware, por exemplo, o aconselhado é ter um perímetro de rede sob alta proteção, salvamento de dados constante e em múltiplas localidades, além de planos de recuperação em casos de sequestro de dados ou outros desastres. 

Existem diversas opções para esse tipo de estratégia, mas as possibilidades precisam ser analisadas com cuidado. A distância do local de armazenamento até a empresa e a qualidade de largura de banda para transferência de arquivos, por exemplo, precisam ser avaliadas para que não se tornem obstáculos na hora de recuperar os arquivos. 

Saiba mais sobre proteção de backup da Future

Ter um backup adequado como estratégia contra ramsomwares é garantir a segurança de dados para a empresa. Deixar arquivos vulneráveis ou ter falhas de segurança hoje em dia é praticamente certeza de que haverá prejuízo em algum momento. 

É por isso que a Future oferece as melhores opções de segurança para as empresas. O SIC, central de cibersegurança focada em inteligência de ameaças, desenvolvido pelos especialistas da Future, concentra serviços de classe mundial com a mais alta tecnologia. 

Com isso, você e sua empresa conquistam a tranquilidade de saber que os arquivos e dados estão protegidos contra malwaresransomwares, fraudes e outras ameaças. 

Contate um dos especialistas da Future para conhecer nossas soluções e ter uma mentoria de qual delas é a mais adequada para manter a sua organização segura.  

Ransomware e phishing: conheça as duas maiores ameaças da internet

Entre os vários tipos de ciberataques que os gestores devem ficar atentos estão o Ransomware e o Phishing. Essas são tentativas de golpes que comprometem diretamente as informações do negócio, seus colaboradores, clientes e parceiros comerciais, fazendo com que eles percam a confiança em fornecer os dados para a empresa. 

Investir na segurança contra esses ataques se tornou ainda mais relevante após a pandemia do coronavírus. As informações da TI Inside mostram que 84% das organizações sofreram ameaças de Ransomware ou Phishing nos últimos 12 meses, mas apenas 50% das organizações foram eficazes contra estes tipos de ciberataques. Para que você evite danos ao seu negócio, leia este material para aprender mais sobre eles e como evitá-los! 

O que é o Ransomware

Ransomware é um tipo de código malicioso que impede os usuários de acessarem seus arquivos ou sistemas. Estes somente são liberados após o pagamento de resgate (ransom) para os cibercriminosos responsáveis. 

Em outras palavras, trata-se de um software de extorsão que bloqueia parcial ou totalmente o computador e depois exige um valor para desbloqueá-lo. Esse malware pode ser dividido em duas categorias que serão explicadas a seguir. 

Bloqueio (locker)

Basicamente, esse tipo de ransomware trava as funções básicas de uma máquina e somente permite que alguns recursos sejam utilizados. Enquanto o computador fica praticamente inutilizável, um ataque à rede corporativa pode impedir o acesso de todos os colaboradores. 

Por exemplo: o usuário pode acessar a área de trabalho por meio do mouse e teclado, mas uma janela exigindo pagamento surge assim que ele tenta interagir com algum aplicativo ou arquivo. 

Criptografia (crypto)

A finalidade principal desse tipo é criptografar arquivos da empresa, como vídeos, documentos e imagens. A criptografia, resumidamente, consiste em fazer com que as informações sejam codificadas e se tornem ilegíveis para o usuário. 

Normalmente não há interferência às funções básicas do computador, mas os criminosos podem adicionar uma contagem regressiva ao pedido de resgate e ameaçar a exclusão dos arquivos caso o valor não seja pago. 

Como detectar um Ransomware

Pelo fato de ser um software malicioso, o Ransomware pode se esconder em vários locais na máquina sem que o usuário saiba, mas existem algumas maneiras de detectar a presença desse código

A primeira forma consiste em verificar a extensão ou formato dos arquivos no computador (por exemplo, quando um certo documento que deveria ser “.doc” passa a ter outra extensão, como “.locked” ou “.encrypted”). Também analise se o nome de muitos arquivos é alterado em um curto espaço de tempo. Essas duas ocorrências podem significar que os dados da máquina estão sendo criptografados. 

Outra forma de identificar o Ransomware é quando o sistema operacional é congelado, o que indica que ocorreu um bloqueio do computador. Basicamente, a tela inicial será substituída por uma imagem que informa que a máquina foi infectada. 

Felizmente, existem diferentes estratégias que podem ser utilizadas para prevenir e minimizar a ocorrência de ataques. Veja algumas: 

  • Usar ferramentas de segurança: implemente antivírus, firewalls, sistemas de controle de acesso, entre outros; 
  • Restringir os acessos: garanta a segurança das redes, pois impede invasões pela internet e que o criminoso ataque vários computadores; 
  • Atualizar os sistemas: muitos cibercriminosos se aproveitam de falhas em códigos para realizar os ataques, o que pode ser evitado com um processo adequado de gestão de vulnerabilidades;  
  • Realizar backups constantemente: faça cópias de segurança dos arquivos regularmente. Caso o sistema seja infectado por um Ransomware, a empresa poderá recuperar os dados através do backup

O que é Phishing?

Essa é uma prática em que cibercriminosos tentam aplicar golpes ao induzir a vítima ao erro. Podem ser feitos telefonemas para pessoas e empresas com o objetivo de obter dados sigilosos, bancários, senhas e outros dados confidenciais. Outra forma comum do phishing é enviando mensagens (por e-mail, SMS, Whatsapp, entre outros) para que a vítima baixe um arquivo infectado ou acesse um site falso. 

O termo Phishing vem de fishing em inglês, que significa pesca em português. Basicamente, o golpista envia uma isca (uma mensagem) para tentar “pescar” o usuário ou suas informações. 

Spam x Phishing

Muitas vezes Spam e Phishing são tratados como sinônimos, mas nem sempre são. Enquanto o segundo é uma tentativa de golpe, o Spam é um e-mail indesejados pelo usuário, podendo ser uma propaganda, mensagem automática, corrente ou até mesmo um Phishing

Por isso, o provedor do e-mail pode bloquear automaticamente uma mensagem legítima acreditando que se trata de Phishing. Nesse caso, é necessário que o usuário saiba discernir os dois tipos de e-mails, o que pode ser feito com um bom treinamento. 

Como detectar o Phishing

Há várias formas de realizar esse golpe, sendo importante que os usuários saibam como identificar essa ameaça e como evitá-la. Conheça os principais tipos de Phishing a seguir. 

E-mail

O envio de e-mails é o método mais comum de Phishing e, geralmente, incluem links que levam a sites maliciosos ou anexos contendo vírus. Nesse caso, entre em contato diretamente com a pessoa questionando se a mensagem é legítima e confira se o endereço de e-mail do remetente está correto, pois um criminoso pode tentar se passar por um colega de trabalho, por exemplo. 

Sites

Sites falsificados são cópias de portais reais criados por criminosos. Caso você insira suas credenciais ou dados pessoais na página falsa, as informações serão diretamente enviadas para os hackers. É necessário prestar muita atenção no nome do site, já que qualquer letra alterada indica a ilegitimidade do mesmo. 

Redes sociais

Um criminoso pode invadir uma rede social e enviar links maliciosos para seus contatos. Outra possibilidade é a criação de um perfil falso especialmente para Phishing. Nessa hipótese, não clique em link ou baixe arquivos de contas desconhecidas e questione diretamente o contato quando receber uma mensagem suspeita. 

Vishing

Vishing é uma abreviação para “phishing de voz” e consiste na versão de áudio do golpe. O criminoso tenta convencer a vítima por telefone, chamada de voz ou envio de mensagens de áudio. Nessa situação, também é importante levantar suspeitas e buscar a legitimidade da ligação. 

Smishing

Esse é o Phishing por SMS, em que o golpe é enviado por mensagem de texto no celular. Nunca acesse links, baixe arquivos ou forneça informações bancárias e sigilosas por SMS. 

Proteção contra Ransomware e Phishing? Conte com a Future!

Future é uma empresa especializada em segurança da informação desde 1997 e tem uma equipe de profissionais capacitados, certificados e que são referência na área. Ela tem parceria com as principais fornecedoras de tecnologias de segurança e todo o know-how para garantir a proteção do seu negócio. 

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ISO 27701: a norma da Privacidade

ISO 27701, uma extensão ISO 27001, é uma norma internacional focada em gestão de privacidade de dados. Seu principal objetivo é definir os requisitos adicionais à norma de segurança, de modo que o tratamento das informações considere a questão da privacidade das mesmas.  

Por se tratar de uma norma generalista, é aplicável a organizações de diferentes portes e segmentos de mercado, sendo estas do setor público ou privado. Graças a isso, as empresas podem utilizá-la como base para se adequarem à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e as demais leis deste tipo que foram criadas ao redor do mundo nos últimos anos. 

Neste artigo destacaremos o que é a ISO 27701, suas vantagens e para quem é indicada. Além disso, destacaremos o passo a passo para sua implantação. Acompanhe a seguir. 

Qual a diferença entre a ISO 27001 e a ISO 27701?

A ISO 27001 é a norma que estabelece os controles necessários para uma adequada gestão de segurança da informação. Por meio dessa norma, torna-se possível implantar os princípios de segurança da informação de maneira eficiente e eficaz. 

Já a ISO 27701 endereça especificamente a questão das informações relacionadas a privacidade, trazendo para isso controles adicionais a ISO 27001. Ou seja, a implantação da 27701 depende da implantação 27001.  

Como a ISO 27701 apoia a Lei Geral de Proteção de Dados?

Antes de prosseguirmos com este artigo é necessário entendermos o conceito básico da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).  

LGPD está em vigor no Brasil desde agosto de 2020, tendo como objetivo garantir a transparência e a segurança no tratamento de dados pessoais por parte das empresas. Baseia-se na General Data Protection Regulation (ou Regulamento Geral sobre a Proteção dos Dados), uma lei europeia que define as regras sobre a coleta e o compartilhamento de informações pessoais, respeitando os princípios da privacidade e da liberdade. 

Entretanto, a LGPD, assim como as leis de privacidade específicas de cada país, determina o que deve ser feito, mas não como deve ser feito. E neste momento chegamos a ISO 27701. Esta norma pode, e deve, ser utilizada como um direcionador para implantar os controles necessários para uma adequada gestão de privacidade, dando assim um maior respaldo legal à empresa que a implanta. 

Quais as vantagens da ISO 27701?

A ISO 27701 é capaz de proporcionar diversos benefícios para as empresas. Entre os principais estão: 

  • mostrar aos funcionários, fornecedores e clientes que a empresa se preocupa com seus dados, melhorando assim a imagem da empresa perante o mercado; 
  • otimizar os processos internos referentes à proteção dos dados pessoais, reduzindo o risco de vazamento de dados; 
  • conscientizar os funcionários sobre a importância da segurança e da privacidade das suas informações; 
  • proporcionar transparência nos controles direcionados à gestão da privacidade, pois todos saberão como os dados são tratados; 
  • facilitar o fechamento de acordos com parceiros que se preocupam com o tema da privacidade; 
  • E, finalmente, direcionar a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados e às outras leis relacionadas à privacidade. 

Para quem a ISO 27701 é indicada?

A ISO 27701 é recomendada para as empresas que realizam o armazenamento e/ou tratamento de informações pessoais em larga escala, ou para fornecedores de empresas que os fazem. 

É cada vez mais comum a inclusão de cláusulas relacionadas à privacidade em minutas contratuais, e uma certificação como a ISO 27701 traz a tranquilidade do cumprimento de tais cláusulas para ambas as partes. 

Como implementar a ISO 27701?

Primeiramente, a empresa deve adequar-se aos controles definidos na ISO 27001, que, como mencionado anteriormente, é a norma base para essa. Depois de tal adequação, os próximos passos são: 

  • Avaliar os processos corporativos, identificando aqueles que tratam informações pessoais; 
  • Adequar os processos corporativos à norma; 
  • Implantar os demais controles especificados na norma; 
  • Promover treinamentos regulares para todos os colaboradores, garantindo que os mesmos seguirão as novas práticas de gestão de segurança da informação
  • Contratar uma instituição avaliadora para verificar se a sua organização adota os processos da ISO 27701 de forma adequada. 

Como a Future pode te ajudar?

Sabemos que a execução dos passos citados acima não é algo simples, dependendo de conhecimento específico e da disponibilidade de recursos (humanos e financeiros). 

Com ampla experiência em processos de avaliação e adequação à LGPD, a Future destaca-se no mercado brasileiro como uma das principais alternativas para apoiar empresas de todos os portes e segmentos em sua jornada de adequação à ISO 27001. Conte conosco. 

Ficou com alguma dúvida sobre a ISO 27701? Entre já em contato conosco! Nós, da Future, estamos disponíveis para ajudá-lo a esclarecer os seus questionamentos. Será um grande prazer auxiliá-lo! 

Como proteger os smartphones contra ataques cibernéticos?

Devido a praticidade de uso de smartphones, a cada dia novas aplicações de negócio são disponibilizadas para acesso através deste tipo de dispositivo. Graças a isso, seu uso como ferramenta de trabalho, que já vinha crescendo de forma substancial ano após ano, se tornou uma prática comum após a pandemia. 

Como consequência, segundo pesquisas de mercado, a quantidade de ciberataques a dispositivos móveis mais do que dobrou neste último ano. Juntando a isso a incidência de roubos, furtos e outras situações em que o dispositivo é perdido e pode ser manuseado sem autorização, uma pergunta cada vez mais frequente é se as empresas precisam proteger os smartphones de seus colaboradores. 

Com isso em mente, elaboramos este artigo onde abordaremos esta questão tão relevante. Siga conosco e confira como garantir a melhor proteção de smartphones

A importância da segurança em dispositivos móveis

Quantos dados confidenciais os colaboradores da sua empresa armazenam nos smartphones? Quantas destas informações poderiam causar grandes danos corporativos caso fossem roubadas? Certamente, esse prejuízo seria grande, muito maior do que conseguimos imaginar, e por isso é fundamental tratarmos com especial atenção este tipo de equipamento. 

A questão é que ficou absolutamente impossível não utilizar dispositivos móveis para as atividades do trabalho. E ainda que as medidas de proteção sejam tomadas para a rede corporativa como um todo, é essencial levar em conta que este tipo de equipamento frequentemente é utilizado em redes externas à empresa. 

Afinal, os ataques cibernéticos chegam até seu dispositivo móvel pelos mais diferentes meios: redes públicas de Wi-Fi, links maliciosos (enviados através de e-mail, aplicativos de mensagem instantânea, mensagens de texto, etc), uso de dispositivos USB infectados, aplicações falsas, entre outros. 

As camadas básicas de proteção para smartphones

Embora seja algo desconhecido para muitos usuários, cada smartphone traz consigo algumas camadas básicas de segurança, como mostraremos abaixo. 

Proteção do usuário

É cada vez mais comum que os aparelhos celulares disponham de leitor biométrico para garantir um acesso seguro. Com isso, um usuário pode aumentar seu nível de proteção, trocando as tradicionais senhas de acesso por este método de autenticação pessoal. 

Este tipo de tecnologia garante que apenas o dono do aparelho consiga acessá-lo, evitando desta forma o roubo de informações em casos de perda do aparelho. 

Proteção do dispositivo

Muitos smartphones possuem uma ferramenta própria que permite a limpeza remota dos dados. Ou seja, caso o dispositivo seja perdido ou roubado, é possível enviar um comando remoto para limpar todos os dados sensíveis do aparelho. Isso deve ser feito o mais rapidamente possível e é essencial para a proteção de informações sigilosas. 

Proteção dos dados

Para evitar que os dados armazenados no smartphone sejam transferidos para redes não autorizadas, como redes domésticas, existem ferramentas específicas para a proteção dos dados

Graças a este tipo de ferramenta, os usuários não conseguirão transferir dados sensíveis para outros aparelhos, o que pode evitar roubos de informação nos casos de furtos dos aparelhos. 

Gestão dos aplicativos

Por padrão, o sistema operacional de cada aparelho impede o acesso dos aplicativos a recursos básicos do sistema (agenda, localização, câmera, entre outros), liberando tal acesso apenas com a autorização explícita do usuário. Antes de conceder tal autorização, tenha certeza da origem do aplicativo e que o acesso solicitado é realmente relevante para sua atividade. 

Adicionalmente, a instalação de aplicativos que não estão publicados nas lojas oficiais do fabricante do sistema operacional também é liberada após a expressa autorização do usuário. Evite instalar aplicativos desconhecidos, reduzindo desta forma a instalação de algum aplicativo malicioso. 

Camadas adicionais de proteção

Por mais que as tecnologias nativas ajudem a prevenir os ciberataques, algumas camadas de proteção adicionais se fazem necessárias para combater esta ameaça crescente. Listamos abaixo algumas delas: 

Proteção antimalware

Existem antimalwares específicos para smartphones. Eles são essenciais para identificar ameaças, alertar o usuário sobre possíveis links maliciosos e oferecer um panorama para o time de TI identificar possíveis ataques, mas para tal precisam estar sempre atualizados. 

Proteção de dados e aplicações corporativas

Considerando que a maioria dos smartphones utilizados para acessar os sistemas corporativos pertence ao próprio colaborador, e não à empresa, outra camada fundamental para garantir a segurança das informações corporativas é a de proteção de dados e aplicações empresariais. Este tipo de solução cria um “contêiner” para todas as aplicações corporativas, salvando seus dados de forma isolada e criptografada. Assim, um usuário mal-intencionado ou uma pessoa não autorizada não conseguiria extrair informações para outros aparelhos, ou mesmo para outras áreas do smartphone. 

Práticas para garantir a proteção

Ransomwares, spywares e phishings estão entre as principais tentativas de ataques a smartphones. E para evitar esses riscos que chegam por tantos meios diferentes, é necessário seguir uma série de práticas, oferecer treinamento e ter atenção constante quando surgem novos tipos de invasões. 

Acesse apenas redes confiáveis

Redes públicas são reconhecidamente perigosas para dispositivos móveis. Elas mantêm diversas brechas que permitem aos criminosos invadir os smartphones e acessar dados sensíveis

Use os recursos de rastreabilidade

Recursos de rastreabilidade permitem acessar a localização do aparelho em tempo real. E isso é especialmente importante em casos de perda ou roubo. Além disso, auxiliam no bloqueio às tentativas de acesso aos dados sigilosos

Cuidado ao conectar o aparelho a outros computadores 

É comum que as pessoas tentem conectar seu dispositivo a um computador para carregar a bateria ou transferir arquivos, mas esse é um ponto que precisa de muitos cuidados. Isso porque se o computador estiver infectado, poderá repassar o código malicioso ao dispositivo. 

Sempre ofereça orientações gerais

Todos os colaboradores devem ser treinados continuamente sobre os principais riscos do mau uso dos dispositivos móveis. Oferecer regras sobre a instalação de aplicativos, acesso a links desconhecidos, envio de dados de login via e-mail, entre outros pontos, é essencial para proteger os dados sensíveis da empresa e do colaborador.   

Saiba mais sobre a proteção de Smartphones corporativos com a Future

Atuando com soluções especializadas em segurança da informação desde 1997, a Future reúne um portfólio completo para proteger os dados corporativos nos mais diferentes tipos de dispositivos. Seus elevados padrões em tecnologia e análise permitem ações rápidas contra invasões, malwares, falhas de compliance, roubo e outras ameaças aos dados sensíveis. 

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2 dos 5 maiores riscos globais estão ligados à cibersegurança, alerta WEF

As tensões geopolíticas e geoeconômicas aumentaram entre as principais potências do mundo e agora representam os riscos globais mais urgentes, de acordo com o Global Risks Report 2019 do World Economic Forum, recém publicado. Nove em cada 10 dos 1000 tomadores de decisão do setor público, do setor privado, da academia e da sociedade civil entrevistados para o estudo esperam que o risco de confrontos econômicos e políticos entre as grandes potências aumentem este ano. Um cenário que reduz ainda mais o potencial de cooperação internacional, colocando as questões climáticas e tecnológicas no topo da lista de preocupações. Entre os 5 maiores riscos globais apontados pelo relatório estão os ataques cibernéticos e o roubo de dados.

Na perspectiva de 10 anos da pesquisa, os riscos cibernéticos sustentaram significativamente em relação ao registrado em 2018. A grande maioria dos entrevistados espera pelo aumento de ataques cibernéticos, levando ao roubo de dinheiro e de dados (82%) e à interrupção das operações (80%).

Essa visão entre os vários stakeholders também é compartilhada quando se olha apenas a comunidade empresarial. Relatórios anteriores já vinham apontando que as empresas consideram os ataques cibernéticos como o principal risco de se fazer negócios na América do Norte e na Europa, bem como no Leste da Ásia e no Pacífico. Isso sugere fortemente que as empresas precisam fortalecer sua segurança e resiliência cibernética para manter a confiança em uma economia digital altamente conectada.

Como as empresas podem responder a essa crescente ameaça de três formas, segundo o WEF:

  • Construindo uma cultura de conscientização: os riscos cibernéticos não são apenas uma preocupação de TI, nem estão limitados a determinados setores de uma organização. Todos os funcionários, de membros do conselho de administração a estagiários, desempenham um papel importante em manter uma organização cibernética e devem entender suas responsabilidades de manter os dados em segurança
  • Adotando uma mentalidade de resiliência cibernética: com riscos reais de reputação, perdas econômicas e consequências legais, é crucial que as empresas criem e implementem um plano de resposta a incidentes no caso de ocorrer um incidente cibernético. Responder de forma rápida e eficaz não só atenua esses riscos, mas também garante uma recuperação bem-sucedida a longo prazo.
  • Praticando, praticando, praticando: Embora a prática nem sempre seja perfeita, ela pode ser essencial ao responder a um incidente cibernético. Apenas ter um plano de resposta a incidentes não é suficiente; É imperativo que o plano seja praticado e atualizado regularmente, ajustando-se conforme necessário para diferentes cenários e variações de ameaças cibernéticas.

Juntos, a fraude maciça de dados e o roubo de dados foram classificados como o quarto maior risco global por probabilidade em um horizonte de 10 anos. Cerca de dois terços dos entrevistados esperam que os riscos associados a notícias falsas e roubo de identidade aumentem em 2019, enquanto três quintos disse o mesmo sobre a perda de privacidade para empresas e governos.

Houve novas violações maciças de dados em 2018, novas fraquezas de hardware foram reveladas e pesquisas apontaram para os usos potenciais da inteligência artificial para projetar ataques cibernéticos mais potentes. O ano passado também forneceu mais evidências de que os ataques cibernéticos representam riscos para a infraestrutura crítica, levando os países a fortalecer a triagem de parcerias transnacionais em âmbito nacional motivos de segurança.

Além disso, efeitos da crescente intermediação digital da vida das pessoas é discutido no Capítulo 3. E as consequências potenciais da “computação afetiva” – referindo-se à IA que pode reconhecer, responder e manipular as emoções humanas, são debatidas no Capítulo 6.

Entre os impactos mais difundidos e disruptivos da IA ​​nos últimos anos tem sido o seu papel no surgimento de “câmaras de eco da mídia e das notícias falsas”, um risco que 69% dos entrevistados da GRPS esperam aumentar em 2019.

A interação entre as emoções e a tecnologia se tornará uma força cada vez mais disruptiva, bem como a evolução da biotecnologia seguirá borrando as linhas entre humanidade e tecnologia. No final do ano passado, por exemplo, foi alegado que ferramentas de edição de genes haviam sido usadas para criar bebês geneticamente modificados. “Se os países planejam seu próprio curso em áreas como essa, ou se alinham em torno de abordagens compartilhadas, isso pode ter implicações importantes para o futuro da humanidade”, alerta o WEF.

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Fonte: CIO.

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Maioria dos consumidores acredita que fraude virtual é inevitável, aponta estudo

Estudo da First Data, baseado em dados da pesquisa feita com 1.767 consumidores nos EUA, divididos em quarto grupo etários: Linksters (idade entre 18 e 23), Socializers (24-34), e MTV Generation (35-54), além de Maturists (mais de 55), revela crescente preocupação de consumidores sobre a segurança da informação.

A maioria dos consumidores acredita que a fraude é inevitável em qualquer indústria. No entanto, todas as gerações tendem a confiar mais em negócios regulados e empresas controladas por registro. Varejistas e prestadores de serviços aos quais oferecem mais conveniência e canais de pagamento rápido não são tão confiáveis – 18% dos consumidores americanos disseram que tiveram sua conta na rede social hackeada. E essa exposição recente está fazendo com que mais usuários excluam suas contas ou mude suas senhas.

Entre os tipos de negócios mais confiáveis pelo consumidor estão os Serviços Financeiros (46%), Cuidados com a Saúde (39%) e Companhias de Seguro (30%); o grupo das menos confiáveis inclui Varejo (8%), Foodservice/QSR (8%) e Negócios em Petróleo (4%).

Consumidores também mostraram diferenças quanto a quais indústrias eles sentem estar melhor preparadas para navegar diante do desafio da violação de dados. Entre elas, apontam as instituições financeiras (50%), Governo (41%), e Healthcare (30). Por outro lado, a confiança mais baixa entre os consumidores foi Petróleo (6%), Foodservice/QSR (6%) e Varejo (11%).

Plataformas sociais: paraíso para os hackers

Com as plataformas sociais no centro de recentes exposições de dados, os consumidores expressam cuidado quanto a uma fonte emergente de risco online. Cerca de um em cada cinco (18%) consumidores americanos disseram ter tido sua conta na rede social hackeada, e a exposição recente está levando usuários a excluir contas ou mudar senhas.

Mais da metade dos Linksters, Socializers e Maturists disseram que provavelmente poderiam excluir uma conta em mídia social caso a plataforma tivesse violação de dados.

Dados pessoais mais disponíveis do que você pensa

As informações dos consumidores são mais rapidamente acessíveis do que muitos deles podem pensar. Entre indivíduos que pesquisaram na dark web, mais da metade em cada geração disse que ao menos alguma informação deles apareceu na dark web. Socializers (90%) e Linksters (89%) foram os que mais encontraram seus dados, mas mesmo os Maturists (58%) localizaram suas informações pessoais expostas com maior frequência.

Apesar desses resultados, a maioria dos consumidores já pesquisou a dark web para explorar se algum dado crítico deles está disponível. Apenas 12% dos Maturists já o fizeram, mas Linksters (35%) e Socializers (33%) eram os mais propensos a buscar pelos próprios dados.

Dados seguros?

Quase ¼ dos consumidores em cada geração assume que suas informações pessoais estão seguras, a menos que sejam notificados de uma violação. Mas a ameaça é real, e o dado do consumidor em mãos erradas pode levar a variados tipos de furtos de identidade, incluindo o mais perigoso – fraude em que os dados serão utilizados para compras. Entre os entrevistados, 26% dos consumidores reportaram ter tido suas informações pessoais comprometidas dentro do último mês e 34% passaram por isso no último ano.

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Fonte: IT Forum 365.

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Europa já tem mais de 500 investigações GDPR abertas

Menos de cinco meses depois da entrada em vigor do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) na Europa, o conselho que supervisiona a aplicação da legislação tem mais de 500 investigações abertas. Foi o que revelou hoje a presidente do Conselho Europeu de Proteção de Dados, Andrea Jelinek, durante uma audiência sobre privacidade no congresso norte-americano.

“O conselho já está trabalhando em bastantes casos”, indicou a presidente, que esteve na audiência para falar da experiência europeia numa altura em que se discute a introdução de legislação semelhante nos Estados Unidos.

De acordo com a responsável, estão correndo 272 casos de identificação da autoridade primária de supervisão, 243 casos de assistência mútua (de acordo com o artigo 61º do GDPR), e 23 casos de monitorização de impacto. Em termos de queixas dos consumidores, que dispararam nos últimos meses, Jelinek disse que a maioria se refere a questões de “consentimento.” Os dados são referentes ao período entre 25 de maio e 1 de outubro.

O supervisor Giovanni Buttarelli tinha dito à Reuters no dia anterior que as primeiras multas serão aplicadas no final do ano e vão afetar empresas e administrações públicas. Hoje, no congresso americano, Andrea Jelinek revelou que o regulador irlandês, Data Protection Commission, “já está investigando” o novo caso de violação de dados pessoais da rede social Google+, que ficou conhecido esta semana. No entanto, as investigações que estão correndo contra Google, Facebook, WhatsApp e Instagram ainda não serão decididas, dado o estado preliminar dos processos.

“A maioria das empresas estava se preparando bem antes da entrada em vigor”, disse Jelinek aos congressistas norte-americanos. “Tiveram mais de dois anos. O dia 25 de maio não foi o fim da preparação, mas o princípio.”

Isto porque vários legisladores levantaram dúvidas quanto ao método da Comissão Europeia, que optou por um regulamento obrigatório em vez de uma diretiva. Mas Jelinek lembrou que já havia um enquadramento de proteção de dados desde os anos 90. “O GDPR não foi uma revolução, mas a evolução de uma lei que já existia”, sublinhou.

Luta entre Califórnia e governo federal

A audiência do Comitê para o Comércio, Ciência e Transportes foi dedicada a esgrimir argumentos entre duas fações opostas, depois de a Califórnia ter passado a legislação de proteção de dados mais rigorosa do país, CCPA (California Consumer Protection Act). A lei vai entrar em vigor no início de 2020 mas está sendo muito contestada pelas grandes empresas que serão afetadas, incluindo as gigantes de Silicon Valley. O apertar do cerco relativo à privacidade e consentimento dos consumidores só afetará empresas com receitas anuais a partir de 25 milhões de dólares, uma medida que foi desenhada para não liquidar startups e pequenas empresas.

O problema é que a Câmara de Comércio do congresso não quer esta lei e pretende aprovar uma legislação ao nível federal, que imponha as mesmas regras para todos os Estados – exatamente como foi feito na União Europeia com o GDPR. Os críticos de tal ideia defendem que uma lei federal será mais fraca que as medidas aprovadas pela CCPA e que o tipo de empresas sediadas em cada Estado difere muito. É na Califórnia que se encontram as grandes empresas que lidam com maiores volumes de dados sensíveis dos consumidores.

A audiência teve ainda o testemunho de Alastair Mactaggart, presidente da organização Californians for Consumer Privacy, Laura Moy, diretora executiva e professora adjunta de Direito no Georgetown Law Center on Privacy & Technology e Nuala O’Connor, presidente do Center for Democracy & Technology.

Na audiência foram referidos várias vezes os casos recentes de vazamento de dados do Facebook e Google como mais uma prova de que isto não pode continuar sendo deixado a critério das grandes empresas. Mas Nuala O’Connor lembrou um fato que obriga a pensar de forma mais abrangente neste tema. “A Cambridge Analytica era uma pequena startup”, referiu. “Não se pode desvalorizar o impacto até de pequenas empresas com acesso a conjuntos grandes e sensíveis de dados.”

Fonte: Dinheiro Vivo.

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Ameaça controla webcam, microfone e captura de telas

A Eset, empresa de detecção proativa de ameaças, apresenta sua investigação sobre a ferramenta de ciberespionagem InvisiMole, que é capaz de controlar a webcam e o microfone do computador infectado, além de tirar fotos, entre outras funções. A ameaça foi detectada pela Eset em computadores localizados na Ucrânia e na Rússia.

De acordo com a pesquisa, o InvisiMole é um poderoso malware que possui múltiplas funções, como o controle a webcam e do microfone do computador infectado. Isso permite que os atacantes tirem fotos do que está acontecendo no ambiente onde o computador está, bem como gravar o som ambiente.

Além disso, faz capturas de tela de cada uma das janelas abertas, independentemente de estarem ou não sobrepostas, e monitora todas as unidades rígidas ou removíveis. Dessa forma, quando um pendrive ou disco é inserido, o malware cria uma lista dos nomes de cada um dos arquivos e os armazena em um único arquivo criptografado.

Outro aspecto que permite dimensionar a complexidade desse spyware é sua capacidade de permanecer oculto e operar em computadores por um período mínimo de cinco anos. Durante esse tempo, ele pode capturar telas e gravar tudo o que acontece no escritório ou ambiente onde cada um dos computadores infectados está localizado.

Suas funcionalidades de backdoor (tipo de Trojan que permite acesso e controle remoto ao sistema infectado sem o conhecimento do usuário) permitem ao invasor coletar grandes volumes de informações. A ameaça também coleta dados do sistema, processos ativos, velocidade de conexão à internet, redes sem fio ativadas no computador infectado e informações sobre suas contas e senhas.

Os cibercriminosos que utilizam o InvisiMole também podem dar instruções e criar filtros para procurar arquivos específicos, tais como documentos que foram abertos recentemente, abri-los e fazer alterações neles. E para evitar qualquer tipo de suspeita, modifica as datas do último acesso ou da alteração mais recente nos documentos.

“Apesar de parecer ficção, as ameaças que podem espionar e monitorar tudo o que os usuários fazem em seus dispositivos existem na vida real e podem atacar quem lida com informações críticas, como era o caso do InvisiMole. Além de roubar informações e espionar as vítimas, a ameaça escapa dos radares de detecção e continua operando de forma oculta por vários anos. O objetivo da ESET é aumentar a conscientização entre usuários e empresas sobre os riscos que existem, para que possam tomar as precauções necessárias e, assim, utilizar a internet com segurança”, finaliza Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

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Fonte: IT Forum 365.

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Por que governança de dados deveria ser uma política corporativa?

A melhor forma de convencer um CEO da importância de incluir a governança de dados e cibersegurança na agenda executiva de uma empresa pode estar em dois números: 55 e 141.

55 é a quantidade de dados digitais perdidos ou roubados por segundo em 2017, de acordo com o Breach Level Index, site que reúne informações e indicadores sobre o estado da segurança de dados global. Por dia, segundo o Index, são perdidos ou roubados 4,7 milhões de dados.

Já 141 é o prejuízo médio, em dólares, com cada arquivo perdido ou roubado em 2017, conforme o estudo do Ponemon Institute sobre perdas financeiras com brechas de dados, O estudo estima que a perda média global de cada empresa atingida por um ataque em 2017 ficou em US$ 3,6 milhões, sendo que esse número pode variar por país ou por vertical econômica.

“A ideia de que organizações deveriam estar fazendo mais para proteger os dados pessoais que elas armazenam sobre os indivíduos ganhou mais espaço nos últimos anos”, diz Michelle Drolet, fundadora do provedor de serviços de segurança Towerwall, nos EUA. Michelle lembra que, além das lições aprendidas com os estragos provocados pelos grandes vazamentos dos últimos 18 meses, as empresas têm como incentivo o movimento dos governos em cobrar duramente a responsabilidade corporativa sobre danos provocados por ataques a dados privados dos consumidores.

Ela cita a lei de proteção a dados privados da União Europeia, a GDPR (General Data Protection Regulation), ativa desde 25 de maio de 2018, e a CCPA (California Consumer Privacy Act), em aprovação na Califórnia. E não podemos esquecer que o Brasil acaba de aprovar sua Lei Geral de Proteção a Dados (LGPD) que entra em atividade plena em 18 meses. Todas exigindo que empresas do mundo todo se tornem compatíveis, sob pena de amargar multas que chegam a US$ 7.500 por dado afetado em violações que não forem resolvidas em 30 dias.

“Grandes vazamentos de dados são caríssimos e preocupantes. Quando ocorrem, são geralmente mal administrados. O aumento das multas punitivas, o movimento dos governos e a frustração pública com as marcas que falham é um indicativo poderoso de que o movimento mais inteligente de uma empresa é implementar uma estratégia de gestão de dados já”, diz Michele.

Um novo nível de transparência

Um efeito interessante do impacto da GDPR, segundo Michelle, pode ser observado no aumento do número de divulgações de vazamentos de dados corporativos depois de 25 de maio. “Já podemos ver a quantidade de vazamentos de dados que ficariam escondidos se a GDPR não estipulasse que as empresas deveriam comunicar vazamentos em até 72 horas depois de descobertos. O Information Commissioner’s Office (ICO) no Reino Unido, um dos organismos regulares para os quais as empresas devem reportar vazamentos, divulgou recentemente que os comunicados sobre brechas de dados saltaram de 400 em março e abril para 1.750 em junho, exatamente um mês após a GDPR estar totalmente ativa”, revela Michelle.

Para o responsável por implementação de estratégias de segurança da informação da empresa norte-americana Webroot, Gary Hayslip, dados são um recurso tão fundamental para as empresas como a água é para a vida na Terra. “Por isso, a governança de dados deveria assegurar que esse recurso está protegido e gerenciado corretamente, colocando as empresas em condições de atingir as expectativas de seus clientes”, diz Gary.

“A maioria dos grandes incidentes que aconteceram nos últimos 18 meses provocaram demissão das lideranças executivas para evitar processos judiciais coletivos contra as empresas ou perda de receita pela queda da confiança dos consumidores. Em todos esses casos, a pergunta é inevitável: por que eles não tinham um programa de governança implementado”, questiona Gary.

O risco não vai sumir

Para as empresas que ainda acham que segurança de dados não é assunto para a gestão executiva, o recado da Tecnologista Chefe da HP, Shivaun Albright, é bastante claro: as ameaças que apareceram em 2017, como Spectre e Meltdown, que afetam quase todos os sistemas operacionais e dispositivos no mundo, são só o começo e fazem parte de um tipo de ameaça digital muito difícil de detectar pois atacam diretamente o hardware ou o firmware de baixo nível.

Com ambientes corporativos cada vez mais entrelaçados e uma força de trabalho remota, os pontos de risco de perda de dados ou de entrada de cibercriminosos aumentam na proporção do aumento da população de smartphones, notebooks, desktops, impressoras e outros dispositivos conectados, incluindo aí os milhões de sensores de IoT, em circulação.

A combinação de uma política de segurança digital com governança de dados é vital para enfrentar 2018. Os dados que circulam com os funcionários e os que ficam dentro da empresa devem ser protegidos. Ao mesmo tempo, as empresas precisam trabalhar com uma estratégia de governança de dados que seja eficiente para endereçar todos os desafios de estar compatíveis com as novas regras globais de privacidade de dados pessoais. São dois lados de uma mesma moeda, e deixar de contemplá-los pode custar muito caro.

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Fonte: CIO.

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Fábrica de processador do iPhone foi atingida pelo vírus WannaCry

Uma variação do Wannacry, ransomware que parou empresas de diversos países em 2017 ao invadir seus sistemas e exigir resgate em criptomoedas, provoca alerta no mercado de Segurança da Informação, adverte a Bitdefender, especializada em segurança cibernética e representada no Brasil pela Securisoft. De acordo com a empresa, menções a supostos efeitos de um recrudescimento deste malware cresceram substancialmente nos fóruns da comunidade hacker nos últimos dias e coincidem com um comunicado da Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC).

Esta fabricante de Chips e processadores e uma das maiores fornecedoras da Apple, avalia que o ataque à sua produção na última sexta-feira (03 de agosto) pode ter sido o resultado de uma mutação desta já conhecida ameaça. O estrago na TSMC foi tão grande que as operações da companhia foram canceladas durante três dias, retornando apenas na última segunda-feira (06).

Até onde se reportou até o momento, ao contrário da versão original do malware, essa mutação ainda não exigiu qualquer tipo de resgate em dinheiro ou Criptomoedas, embora seus efeitos criptográficos sobre arquivos de terceiros sejam perfeitamente compatíveis com a prática do ransomware. No caso da TSMC, a própria empresa alegou que o desligamento dos servidores ocorreu apenas por precaução, uma vez que a descoberta do ataque se consolidou antes que este pudesse inviabilizar os sistemas, embora cerca de 10 mil máquinas tenham sido infectadas. No trabalho de prevenção e defesa, a companhia alterou a configuração dos sistemas para detectar automaticamente a ameaça e neutralizar suas técnicas de ataque.

Na grande ofensiva do ano passado, o ransomware aproveitou uma brecha no sistema operacional Windows que foi negligenciada por grandes usuários, mesmo tendo a Microsoft lançado com grande antecedência um patch para a vulnerabilidade EternalBlue, que foi explorada pelo Wannacry e seus assemelhados. De acordo com Eduardo Dantona, Diretor da Securisoft e Country Partner da Bitdefender no Brasil, essa vulnerabilidade específica pode ter sido corrigida, mas muitos outros grupos de cibercriminosos já enxergaram em brechas semelhantes uma maneira eficiente de atacar sem que o usuário precise ser um alvo previamente escolhido.

“Infelizmente ainda há muita resistência das pessoas em relação a atualizações de todo tipo. Seja por atrapalharem suas atividades ou deixarem a máquina lenta. É preciso que os fabricantes de softwares e sistemas estejam atentos para fornecer outras formas de atualização que possam ser feitas em segundo plano ou off-line, para não depender somente do usuário”, pontua o executivo.

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Fonte: Convergência Digital.

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